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02.12 – Polícia de SP prende mulher suspeita de participação em assalto a agência bancária de Criciúma




02.12 – Nesta quarta-feira, 2, uma mulher suspeita de participação no assalto a banco em Criciúma, foi presa pela Polícia Civil de São Paulo. Identificada como uma auxiliar de limpeza, de 31 anos, ela foi encontrada no Jardim Reimberg, na Zona Sul da capital paulista.

De acordo com a polícia, a mulher foi localizada após uma denúncia de que uma pessoa envolvida no assalto em Criciúma estaria escondida na região.

Com ela, estavam malotes de dinheiro do Banco do Brasil, que vão ser periciados. Também, os policiais apreenderam com ela munições de fuzil 7.62mm, rádios transmissões, malotes bancários do Banco do Brasil vazios e armas de fogo de uso proibido.

Foram encontrados, ainda, seis tijolos de cocaína, dez telefones celulares e uma caixa com espoletas de acionamento de explosivos. Um veículo Fox de cor vermelha também foi apreendido. Agora, a polícia investiga se o veículo foi utilizado na fuga dos criminosos do assalto.

A polícia suspeita que a mulher atue na organização logísticas de assaltos, no transporte de munição e celulares. Além de dar apoio aos criminosos. A mulher também é casada com um homem suspeito de participar de outros assaltos a bancos no país.

Ela foi presa em flagrante por porte ilegal de armas e tráfico de drogas. A investigação é conduzida pela 6ª Seccional da Polícia Civil.

Quadrilha de São Paulo

As investigações da Polícia Civil de Santa Catarina do assalto aos bancos de Criciúma na madrugada de ontem, 1º, apontam que a grupo criminoso seria do interior de São Paulo. A polícia também descobriu que um dos carros utilizado no crime foi abastecido em um posto de gasolina na cidade de Campinas (SP), no sábado, 29.

Segundo a Polícia, os assaltantes podem fazer parte da organização criminosa que realizou um assalto a banco em Araraquara, interior de São Paulo, há uma semana.

Um dos suspeitos do crime em Criciúma teria participado de um assalto ao Banco do Brasil em Ourinhos, interior paulista. As impressões digitais deixadas pelos criminosos nos dois crimes estão sendo cruzadas pela polícia para identificação.

De acordo com o delegado da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (Deic), Luís Felipe Fuentes, a polícia trocou informações com a Polícia Civil de São Paulo sobre os crimes.

Galpão

A Polícia Militar localizou nesta quarta-feira (2) um galpão que teria sido usado pelos assaltantes responsáveis pelo roubo a uma agência do Banco do Brasil em Criciúma.

De acordo com a PM, o local fica no bairro Presidente Vargas, em Içara, perto do limite com Criciúma. No local existem outros galpões parecidos e algumas residências do outro lado da rodovia. Os policiais estiveram no galpão por volta do meio-dia desta quarta .

Segundo o coronel Marcelo Pontes, subcomandante-geral da PM, nenhum equipamento usado no crime foi encontrado no galpão, que estava praticamente vazio. Conforme a PM, os veículos usados no assalto foram pintados dentro do galpão. Câmeras de segurança nos arredores também mostram o comboio de carros passando pelo local horas antes do crime, além do caminhão que foi incendiado pelos criminosos. O andamento das investigações do grande assalto aponta que os bandidos teriam ficado ao menos três meses na cidade organizando o crime.

Cenas cinematrográfica

Conforme a polícia, cerca de 30 homens encapuzados atuaram no assalto à agência bancária. A ação teve início no fim da noite de segunda (30), por volta das 23h50min, e se estendeu ao longo da madrugada desta terça.

Os criminosos provocaram incêndios, bloquearam ruas e acessos à cidade, atiraram contra o Batalhão da Polícia Militar e usaram pessoas como escudos – a polícia estima que entre 10 e 15 pessoas foram feitas reféns, seis delas funcionários do Departamento de Trânsito e Transporte (DTT) de Criciúma que pintavam faixas nas ruas da cidade.

Um policial militar ficou ferido. Ele voltava para o batalhão quando foi baleado. O agente está internado em estado grave e passou por três cirurgias.

O Bando do Brasil ainda não revelou quanto em dinheiro foi levado da agência.

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Sobre Vilmar Carneiro

Vilmar Carneiro
Formado em Jornalismo pela Univali - Universidade do Vale de Itajaí. Passagens profissionais por: Rede de Comunicação Eldorado (RCE/TV- Itajaí), Jornal de Santa Catarina (Agencia RBS/Notícias), Jornal A Notícia, Diário do Litoral (Diarinho) e diretor de jornalismo da extinta Rádio Aquarela FM.

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