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Policial Reencontro

Mãe reencontra no Rio de Janeiro filha sequestrada pelo pai em Blumenau

A menina segue em um abrigo no Rio de Janeiro. A garota foi sequestrada pelo pai entre o fim de fevereiro e o início de março, quando ele deveria ter devolvido a menina para a mãe.

27/03/2025 às 08h21
Por: Carneiro News Fonte: ND+
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Foto/Divulgação/ND+
Foto/Divulgação/ND+

27.03 - Após quase um mês, mãe e filha se reencontraram no Rio de Janeiro, ontem (26). Mariane de Freitas contou ao Tribuna do Povo, da NDTV Record, que a menina sequestrada pelo pai continua no abrigo, aguardando a autorização judicial para voltar para casa, em Blumenau, no Vale do Itajaí.

O pai, Anderson Rafael Hasse, de 40 anos, foi preso na quinta-feira (20), na Rocinha, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A menina foi sequestrada pelo pai entre o fim de fevereiro e o início de março, quando ele deveria ter devolvido a menina para a mãe.

Segundo o advogado Alessandro de Jesus Mendes, Hasse continua preso no Rio de Janeiro, sem data ainda para ser transferido para Santa Catarina. O delegado do Rio de Janeiro, Diego Salarini, confirmou na última semana que ele foi levado para a Delegacia depois de ser capturado, resultado de uma denúncia anônima.

“Creio que imaginou que lá não seria preso, por se tratar de uma comunidade de difícil acesso”, disse o delegado. A Polícia Civil de Santa Catarina representou pela prisão temporária de Anderson pelos crimes de sequestro, cárcere privado e desobediência.

Relembre o caso da menina sequestrada pelo pai em Blumenau

A menina deveria ter sido entregue à mãe em 5 de março, o que não aconteceu. Anderson teve a guarda da criança por três anos, mas acabou perdendo em 2023.

Desde então, ele tinha o direito a ver a filha a cada 15 dias, como determinado pelo Poder Judiciário. Ele buscou a menina no dia 28 de fevereiro e deveria tê-la entregue no dia 5 de março, na escola onde ela estuda.

A mãe, Mariane de Freitas, relatou que foi buscar a filha, mas não a encontrou. Ela então tentou entrar em contato com o ex-companheiro, que não atendeu as ligações ou respondeu mensagens.

O último local onde pai e filha tinham sido vistos, antes do caso chegar à polícia, tinha sido no dia 1º de março, quando foram deixados por um motorista de aplicativo no Morro do Baú, em Ilhota, com malas e uma caixa de som.

 

 

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