
O piloto de parapente Thiago Ohlson, de 35 anos, morreu na tarde deste sábado, por volta das 15h30, após sofrer um acidente enquanto realizava uma manobra acrobática durante um voo solo. Ele era conhecido no meio do esporte de voo livre e sua morte causou comoção entre amigos, familiares e pilotos.
Equipes de resgate foram acionadas, mas Thiago não resistiu aos ferimentos e morreu no local. As circunstâncias exatas do acidente deverão ser apuradas pelas autoridades competentes.
A queda aconteceu nas proximidades da rampa do mirante da Praia Vermelha. O piloto fazia um voo de maneira independente, sozinho, sem qualquer acompanhamento profissional e estaria com equipamentos de segurança insuficientes. A queda aconteceu nas árvores abaixo da rampa.
Testemunhas afirmaram, que ele teria feito uma manobra radical a cerca de cinco metros da rampa, quando o ideal seria a 400 ou metros. Thiago fazia uma manobra “wingover” (em que o piloto faz curvas alternadas para a esquerda e para a direita visando ganhar altitude). Em seguida ele teria se chocado em uma árvore. Com a colisão o piloto se feriu gravemente na região da cabeça, provocando um traumatismo craniano, fraturas nas pernas e nos braços.
Resgate
Thiago tinha vasta experiência em voos de parapente na região. Além disso, ele serviu como soldado na guerra da Ucrânia. Médicos do Samu chegaram mirante com apoio do helicóptero Águia da Polícia Militar, tentaram a reanimação da vítima, mas ele não resistou aos ferimentos.
Bombeiros Militares e Bombeiros Voluntários de Penha também estiveram no local, que foi isolado até a chegada do Instituto Geral de Perícias, para a remoção do corpo do local e perícia dos equipamentos.





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