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Morre idoso de Barra Velha agredido a pauladas pelo sobrinho no bairro São Cristóvão

Edival Alfredo Rodrigues, de 68 anos, e seu sobrinho, de 20 anos, discutiram por causa de um cachorro. Após 28 dias de internação, Edival Alfredo Rodrigues, 68 anos, faleceu neste sábado, em Joinville.

09/02/2026 às 08h36
Por: Carneiro News
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Edival Alfredo Rodrigues, 68 anos, foi agredido pelo sobrinho de 20 anos no último dia 11 de janeiro - Foto/Redes Sociais
Edival Alfredo Rodrigues, 68 anos, foi agredido pelo sobrinho de 20 anos no último dia 11 de janeiro - Foto/Redes Sociais

Após 28 dias de internação, Edival Alfredo Rodrigues, 68 anos, faleceu no sábado, em Joinville. O idoso tinha sido brutalmente agredido pelo próprio sobrinho, 20 anos, um guarda-vidas civil de Barra Velha, no último dia 11 de janeiro, e devido à gravidade dos traumas, estava internado em Joinville desde então.

Kenia Mahara, nora de Edivaldo, pediu justiça nas redes sociais, e informou ao DIARINHO que seu sogro deixa três filhos, três netos e demais familiares. Ele morava no bairro São Cristóvão, em Barra Velha, onde foi a agressão. Ele foi sepultado no cemitério do bairro Itapocu, em Araquari, no final da tarde de ontem.

A briga com o sobrinho guarda-vidas, que morava no mesmo terreno do idoso, começou com a discussão por conta de um cachorro. Edival teria iniciado a discussão.

Na ocasião, os familiares relataram que houve omissão no atendimento à vítima por parte das autoridades policiais, que não teriam informado a família sobre o crime, e alegam ainda que ao atender a ocorrência, a PM teria supostamente favorecido o agressor, colhendo somente o seu depoimento.

De acordo com Sara Rodrigues, filha de Edival, mesmo diante do fato de seu pai ser atacado a pauladas na cabeça, o boletim de ocorrência da PM apontou injúria e “lesão corporal leve”. O idoso acabou encaminhado ao pronto atendimento de Barra Velha, e em seguida, levado ido para a UTI do hospital São José, em Joinville.

Não foi preso

Na visão dos filhos, o sobrinho agressor deveria ter sido preso em flagrante, dado a gravidade dos ferimentos. Em nota, na ocasião, a PM confirmou que registrou o boletim, mas não fez prisão por entender se tratar de “crime de menor potencial ofensivo”. Os policiais alegam não terem colhido informações de Edival justamente porque ele já estava no PA 24h de Barra Velha, desacordado, quando a polícia o procurou.

Um inquérito foi instaurado na polícia Civil, garantindo os prazos legais para a eventual representação criminal, “conforme previsto na legislação vigente”, informou a corporação militar. Outra reação veio do corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina (CBMSC), que após ser informado da ocorrência, adotou medidas administrativas e afastou o profissional, que era guarda-vidas civil. Sara, Kenia e os demais familiares pedem justiça para o caso.

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