
Foto: Arquivo/SecomGOVSC
Entender o funcionamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) é fundamental em situações de emergência. Ao ligar para o 192, a chamada é direcionada à Central de Regulação das Urgências (CRU), responsável por organizar e coordenar o atendimento de forma ágil e eficiente em todas as regiões de Santa Catarina.
“O Samu é responsável por urgências e emergências relacionadas diretamente à saúde, onde há risco à vida. Todo chamado de socorro é avaliado pelo profissional médico e condutas técnicas são adotadas, a fim de preservar a vida e diminuir sequelas. Quando o Samu é acionado inicia-se um processo chamado de regulação, que vai do atendimento do chamado até o desfecho final com a escolha e decisão técnica do serviço hospitalar necessário. Todo este processo deve ocorrer no menor tempo possível”, destaca o Alfredo Rodolfo Schmidt Hebbel Busch, Gerente Técnico Samu/SES/SC.
O primeiro contato é realizado pelo Telefonista Auxiliar de Regulação Médica (TARM), que acolhe a chamada, identifica a ocorrência e coleta informações essenciais, como a queixa principal e a localização do paciente. Esses dados são encaminhados ao médico regulador, que avalia a gravidade, define a prioridade e estabelece a conduta — que pode variar de orientações por telefone ao envio de equipes especializadas.
“A regulação busca sempre alocar o meio disponível com maior efetividade e menor tempo resposta, visando a preservação da vida. Assim, podem ser mobilizados diferentes recursos, como ambulâncias de suporte básico ou avançado, equipes aeromédicas ou motolâncias, garantindo uma resposta rápida, eficiente e alinhada às melhores práticas em atendimento pré-hospitalar”, destaca o diretor técnico do Samu/Fahece, Bruno Quercia Barros.
Na sequência, o rádio operador (RO) monitora a disponibilidade das viaturas em tempo real e aciona o recurso mais adequado para cada situação. Todo o processo segue protocolos técnicos e é acompanhado por indicadores de desempenho, como o tempo de saída da base (código J9) mais o tempo de chegada ao local da ocorrência (J10).
Para garantir agilidade no atendimento, é fundamental fornecer informações corretas e seguir as orientações da equipe:
Ligações indevidas, como trotes, prejudicam o atendimento ao ocuparem as linhas de emergência e podem colocar vidas em risco.
Texto: Andréa da Luz – Assessoria de Comunicação SAMU/FAHECE
Mais informações:
Assessoria de Comunicação
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