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Chuvas causam alagamentos e transtornos em Barra Velha, Balneário Piçarras e Penha

Acumulado de água em poucas horas deixa Barra Velha, Balneário Piçarras e Penha em estado de alerta. Em Balneário Piçarras, árvore caiu sobre tapume do “prédio torto”, já interditado pela defesa Civil.

07/11/2026 às 18h15
Por: Carneiro News Fonte: Juvan de Souza Neto/Diarinho
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Foto/Divulgação/Defssa Civil/PMBP
Foto/Divulgação/Defssa Civil/PMBP

O forte volume de chuvas entre a noite de sexta-feira e a manhã deste sábado atingiu com intensidade os municípios de Barra Velha, Balneário Piçarras e Penha, provocando alagamentos, quedas de árvores e prejuízos à infraestrutura urbana.

Em Barra Velha, a precipitação concentrada gerou transtornos e muita água em menos de seis horas de chuva ininterrupta, com o pico entre 6h e 7h. O temporal sobrecarregou o sistema de drenagem, afetando vias como a rua Cirino Cabral e os bairros São Cristóvão, Itajuba e Quinta dos Açorianos. Mas praticamente todos os bairros foram atingidos.

No Itinga 2, o acesso a um parque aquático foi prejudicado por causa do transbordamento de um ribeirão.

Segundo moradores, a situação exige cautela nas áreas mais baixas. Agentes da defesa Civil fazem inspeções presenciais, e o órgão reforça que ocorrências devem ser repassadas diretamente aos bombeiros, visto que imagens em redes sociais não acionam equipes automaticamente.

 

 

Em Balneário Piçarras, a secretaria de Obras e a coordenadoria da defesa Civil, liderada por Carla Krug, atuaram em ocorrências decorrentes da chuva e dos ventos em vários pontos da cidade.

Entre os chamados, destacam-se a queda de uma placa de obra perto do viaduto de acesso a Piçarras pela BR 101, a desobstrução da rua Nilson Fausto após a queda de uma árvore no bairro Itacolomi — com apoio da secretaria de Segurança Pública —, além de reparos em tapumes na avenida Nereu Ramos e monitoramento de pontos de alagamento na região do Rio Novo. No caso do Itacolomi, a árvore caiu na área do popular “prédio torto”, que já estava interditado pela defesa Civil.

Carla conta que a defesa Civil fica em alerta e conta com lonas disponíveis para atendimento emergencial em situações de destelhamentos e danos provocados pelo vento.

Já em Penha, onde a prefeitura ainda não publicou boletins oficiais neste sábado, moradores relatam ruas alagadas e esburacadas por causa da elevação do rio Iriri.

A população reforça a necessidade de atenção redobrada na morraria da Praia de São Miguel para conter deslizamentos e cobra providências sobre uma ponte inacabada na Cohab, apontada como obstáculo para a vazão do Iriri.

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