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Itajaí - Irmã de grávida baleada é assassinada a tiros no bairro Fazenda

Itajaí - Irmã de grávida baleada é assassinada a tiros no bairro Fazenda

24/10/2022 às 09h38 Atualizada em 24/10/2022 às 12h38
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A vítima estava no banco do carona do carro da família – Foto/Divulgação
A vítima estava no banco do carona do carro da família – Foto/Divulgação

24.10 - Giselle Lopes Neves, de 40 anos, irmã da grávida de nove meses baleada domingo passado em sua casa, no bairro Fazenda, em Itajaí, foi atingida por tiros na noite de sábado e morreu no hospital da Unimed, em Balneário Camboriú.

Segundo o marido de Giselle, ele e a esposa estavam saindo da casa do sogro, na rua Ernestina Lapa de Macedo, e indo de carro em direção à avenida Osvaldo Reis, quando três pessoas pularam em frente do veículo.

O motorista teve que parar o carro. Neste instante, uma das pessoas veio em direção à janela do passageiro e começou a atirar contra Giselle que estava no banco do carona. O marido revelou que o homem ainda chegou a apontar a arma em sua direção, mas ele abaixou a cabeça e acelerou o veículo.

Com a esposa baleada, o motorista seguiu diretamente ao hospital da Unimed, em Balneário Camboriú. Segundo o hospital, a vítima já chegou sem vida. Os médicos ainda tentaram por 30 minutos reanimar a vítima. Giselle foi atingida por três disparos na cabeça.

A Polícia Militar foi acionada. Em estado de choque o marido não conseguiu falar sobre o assassinato. Até o momento, o autor dos disparos não foi identificado.

Atentado à gestante

J.L.N., de 33 anos, estava grávida de nove meses quando foi baleada por volta das 21h, de domingo passado, dentro de casa. O bebê não resistiu e faleceu no hospital. A mãe continua internada.

O atirador chegou ao local de moto e permaneceu de capacete durante o atentado. Ele surpreendeu a família na sala. O motoqueiro entrou na casa perguntando pela grávida e, como ninguém respondeu, ordenou que J., Giselle, irmã da grávida., e o pai das duas deitassem no chão. Depois começou a atirar.

Os tiros, segundo a PM, teriam atingido a gestante no pescoço e na barriga. Giselle e o pai não tinham se ferido. Ela passou por uma cirurgia de cesariana no hospital Marieta, logo após o atentado, pois perdeu o bebê. Antes de receber atendimento médico, J. falou à PM que o ex-companheiro seria o autor do atentado. A vítima tinha medida protetiva contra o homem desde 2020 e, neste mês de outubro, já tinha solicitado nova proteção contra o ex.

O crime está sendo investigado pela equipe do delegado Eduardo Ferraz que ainda não divulgou informações sobre o assassinato da irmã da vítima do atentado da semana passada.

Fonte: Diarinho

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