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Policial Corpo Roubado

Barra Velha – Corpo de homem que foi baleado em boteco no Morro do Colchão continua desparecido

Os tiros aconteceram dentro do bar e os atiradores botaram o corpo em um Trempa e fugiram do local

23/02/2023 às 09h07 Atualizada em 23/02/2023 às 09h24
Por: Carneiro News Fonte: Diarinho
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Emanoel Juliano Stonoga, o Picanha, foi alvo de tocaia no bairro São Cristóvão – Foto/Daniela Meller
Emanoel Juliano Stonoga, o Picanha, foi alvo de tocaia no bairro São Cristóvão – Foto/Daniela Meller

23.02 – O corpo de Emanoel Juliano Stonoga, o Picanha, de 40 anos, que foi baleado na terça-feira de Carnaval, em um bar, na rua Ambrósio Melchioretto, no Morro do Colchão, no bairro São Cristóvão, em Barra Velha, continua desparecido. Ninguém sabe se a vítima morreu realmente.

De acordo com a Polícia Civil, foram encontrados no bar vestígios de cinco tiros, um na porta e outros quatro disparos dentro do estabelecimento. Não se sabe ainda quantos tiros atingiram Picanha.

Outro detalhe revelado pelos policiais foi o carro, um Tempra preto, dirigido pelos atiradores, que carregaram o corpo até o veículo e desapareceram com ele.

Testemunhas contaram que ele já estaria morto ao ser retirado do local. As polícias Civil, Militar e Científica, que estiveram no bar, evitam falar em homicídio, e tratam o caso como tentativa de homicídio – por conta justamente do “roubo” do corpo.

Varreduras da polícia ocorreram durante a madrugada, e até flagraram uma ocorrência de tráfico de drogas, com suspeitos presos, mas não localizaram o Tempra, nem os atiradores, e muito menos o Picanha.

Uma das testemunhas, segundo a polícia, informou que não foi a primeira vez que procuraram por Picanha no bar. Essa mesma testemunha afirmou que, após os tiros, houve gritaria no local, e alguém falou “leva o corpo, leva o corpo”.

A PM também fez buscas no entorno do bar, após informações desencontradas de que o corpo teria sido jogado num matagal próximo. Houve disparos em direção aos policiais, mas os suspeitos fugiram.

Picanha é acusado de matar a facadas em 2021, na região do mesmo bar, um jovem. A vítima seria filho de um pregador evangélico, mas a autoria do crime nunca foi confirmada e ele nunca foi preso.

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