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Policial Confronto Fatal

Barra Velha – Assaltante é morto em confronto com a PM no bairro Itajuba

O bandido morto era o quarto integrante da quadrilha que assaltou um frigorífico e roubou uma caminhonete na tarde de segunda-feira, no bairro Porto do Itaperiú, em São João do Itaperiú.

26/04/2023 às 09h59 Atualizada em 26/04/2023 às 10h20
Por: Carneiro News Fonte: Redação
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Em cerca de 24h dois assaltantes foram mortos em troca de tiros – Foto/Daniela Meller
Em cerca de 24h dois assaltantes foram mortos em troca de tiros – Foto/Daniela Meller

26.04 – O assalto a um frigorífico e o roubo de uma caminhonete, por quatro homens armados, na tarde segunda-feira (24), no bairro Porto do Itaperiú, em São João do Itaperiú, teve um outro desfecho na tarde de ontem (25). Um quarto integrante da quadrilha, H.S.C., 20 anos, que estava foragido, foi morto em confronto com a PM, no bairro Itajuba, em Barra Velha.  

H.S.C., foi localizado por uma grande operação policial, por volta das 15h, na Rua José Nazário Luiz, na região da Zona da Leia, no bairro Itajuba, em Barra Velha, cerca de 24h após o assalto na cidade vizinha. Ele teria reagido a prisão e foi morto na troca de tiros.

O assalto

Na tarde de segunda-feira, por volta 15h, G.G.G., 33 anos, e M.R.B., 24 anos, R. A. S., 24 anos e H.S.C., de 20 anos, invadiram um frigorífico na Rua Evilário Justino Ramos, no bairro Porto do Itaperiú, em São João do Itaperiú, renderam um idoso e fugiram com caminhonete da vítima, sentido Barra Velha, pela SC-415.

Na cidade vizinha, cerca de 35 minutos após o assalto, um cerco policial, com equipes de Navegantes e Joinville, com apoio do Tático e Canil e de Balneário Camboriú a equipe do Águia 07   localizou a quadrilha e o veículo roubado no pátio de um condomínio no bairro São Cristóvão.

Os bandidos entraram em confronto com os policiais, na Rua José Alberto dos Santos, próximo ao morro do Colchão. R. A. S. foi morto e G.G.G. e M.R.B. foram rendidos. H.S.C., conseguiu fugir para uma área de mata.

Surra

Na tentativa de fuga, G.G. e M.R.B, foram perseguidos e contidos por populares, que revoltados agrediram os assaltantes. R.A.S. e H.S.C. fugiram para uma área de mata. R.A.S. armado com um revólver atirou três vezes contra os policiais. Durante o confronto ele foi baleado e morto no quintal de uma residência. O comparsa, conseguiu fugir.

Abriram a boca

G.G., confessou ter participado do assalto e falou que estava armado, porém não soube explicar onde havia deixado a arma. Já M.R., contou ser natural do Rio Grande do Sul e que estava morando em Barra Velha a pouco tempo. “Trabalho na construção civil, estava no meu local de trabalho, nem sei como vim parar aqui. De repente a população nos abordou e apanhamos”, negando ter participado do crime.

Caso Picanha

R. A. S. era um dos principais suspeitos do envolvimento na morte de Emanoel Juliano Stonoga, o Picanha. Na noite de 21 de fevereiro deste ano, por volta das 19h, na terça-feira de Carnaval a cidade de Barra Velha registrou crime inusitado: um homicídio seguido do furto do cadáver.

O homicídio aconteceu em um bar localizado no Morro do Colchão. Picanha chegou correndo no local durante perseguição. Ele foi baleado diversas vezes na frente de testemunhas e arrastado com vida para dentro de um carro, mas o corpo nunca foi localizado. Pelo menos quatro homens estavam perseguindo Picanha. A Polícia Civil ainda investiga o crime.

Testemunhas do bar onde estava Picanha revelaram que três homens entraram no boteco e um deles estava armado. Funcionários, a dona e clientes do bar correram na hora, ouvindo a discussão e disparos em seguida. Picanha teria entrado em luta com o trio, e pelo menos quatro tiros foram ouvidos. O corpo de Picanha teria sido arrastado para a rua, e em seguida, colocado num veículo preto. Os bandidos saíram do local.

Picanha seria o responsável pela morte de um rapaz, assassinado em 2021 na região do mesmo bar, a facadas. Esse rapaz – filho de um pregador evangélico conhecido em Barra Velha – teria entrado em atrito com Picanha na época, e acabou morto na ocasião. A autoria do crime, entretanto, não foi comprovada na época, e Picanha ainda estava solto

Com informações do Portal: danimeller.com

 

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