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GT Tainha: Pescadores de Santa Catarina iniciam discussão sobre a Safra de 2024

Os pescadores terão seis reuniões para formular um documento com suas opiniões e propostas para a pesca da espécie em 2024 – documento que será remetido ao Ministério da Pesca.

25/07/2023 às 18h09
Por: Carneiro News Fonte: Felipe Franco
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Foto/Ilustrativa
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25.07 - O setor pesqueiro catarinense inicia nesta quinta-feira, 26, as discussões da safra da tainha para o próximo ano. Por meio de Grupos de Trabalho, denominados de GT Tainha, os pescadores terão seis reuniões para formular um documento com suas opiniões e propostas para a pesca da espécie em 2024 – documento que será remetido ao Ministério da Pesca.

Nesta quarta-feira, 26, as reuniões do GT Tainha serão em Imbituba (9h, na Câmara de Vereadores) e em Laguna (14h, auditório da Prefeitura). Nos dias 28 e 31, será em Florianópolis (19h, na Praia da Armação; 19h, na Barra da Lagoa). Já dia 2 de agosto, os pescadores de Bombinhas irão deliberar suas ideias (15h, na Colônia Z-22). No dia seguinte, 3 de agosto, será na Palhoça (19h, Colônia Z-15).

A informação e o calendário das reuniões do GT Tainha foram confirmados pelo presidente da Comissão da Pesca Artesanal do Litoral Norte, Luizinho Américo. Ele destaca que essa será a primeira vez que o setor catarinense terá voz na decisão da Safra da Tainha. “O GT está autorizado pelo Ministério da Pesca, tudo isso após a pressão dos pescadores nas manifestações pacíficas de 26 e 29 de junho. Essa, é a nossa primeira vitória”, afirmou.

“Essa é a primeira vez que a pesca catarinense terá voz na decisão da Safra da Tainha do ano seguinte. Essa discussão, inclusive foi antecipada para que consigamos ter uma pesca mais democrática e não baseada em decisões tomadas entre quatro paredes”, acrescente Luizinho. O presidente do coletivo artesanal destaca ainda que o documento produzido pelos artesanais e industriais será remetido ao Ministério da Pesca.

“Nossa missão é defender a classe como um todo e não priorizar estados – como ocorreu com a safra deste ano, em que centenas de famílias foram duramente prejudicadas com a impossibilidade da pesca ou redução grotesca de suas cotas”, finalizou Luizinho, destacando a união da categoria, que ao longo das últimas semanas mostrou força em manifestos e ações judiciais em defesa da igualdade das cotas.

 

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