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Política Dança das Cadeiras

Prefeito interino de Barra Velha, Daniel Pontes (PSD), promove mudanças no secretariado

Foram nomeados Fábio Brugnago como novo secretário de Administração e Rafael Henrique dos Santos como procurador jurídico do município.

31/01/2024 às 10h29
Por: Carneiro News Fonte: Da Redação
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Foto/Divulgação
Foto/Divulgação

31.01 – O dia de ontem foi de movimentação no Paço Municipal de Barra Velha. O prefeito interino Daniel Pontes (PSD) promoveu a famosa “dança das cadeiras” em duas secretarias municipais. Pontes assumiu na semana passada, após o vice-prefeito Eduardo Peres (Republicanos) desistir de assumir o cargo. Vale lembrar, que Douglas Elias da Costa (PL), prefeito eleito, foi preso na Operação Travessia deflagrada pelo Gaeco, que investiga crime de corrupção e recebimento de propinas.

Daniel Pontes exonerou a secretária de Administração e Finanças, Patrícia Malinski e a procuradora jurídica Sheila Scherer. Em seus lugares, foram nomeados Fábio Brugnago como novo secretário de Administração e Rafael Henrique dos Santos como procurador jurídico do município.

Prefeito em exercício

Pontes, que é presidente da Câmara de Vereadores de Barra Velha, assumiu o cargo de prefeito do município pelos próximos 180 dias, após o vice-prefeito, Eduardo Peres, conhecido como Tainha, renunciar à função. Ele ficará à frente da administração municipal até o término do afastamento do prefeito Douglas da Costa por um período de seis meses.

Operação Travessia

Na quarta-feira (24) a operação Travessia, deflagrada pelo Gaeco do MP-SC, teve como um dos alvos o prefeito de Barra Velha, Douglas Elias Costa (PL). Ele foi um dos detidos pelos agentes dentro de uma investigação de suspeita de desvio de recursos públicos para a construção da ponte do bairro Itajuba. Pelo menos dois secretários municipais também foram presos.

Segundo o MP-SC, as investigações, que tiveram início em fevereiro de 2023, apontam supostos crimes de corrupção, com participação de agentes públicos e empresários, na execução de obras públicas. Em contrapartida, é investigado o recebimento pelos agentes públicos de propinas dos empresários contratados, às custas de aditivos em série e medições supervalorizadas.

Na ocasião o Gaeco cumpriu oito mandados de prisão e 22 de busca e apreensão.

 

 

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