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Fragatas com asas cortadas por linhas de cerol morrem após resgate do Projeto de Monitoramento das Praias da Bacia de Santos

Fragatas com asas cortadas por linhas de cerol morrem após resgate do Projeto de Monitoramento das Praias da Bacia de Santos

04/06/2020 às 12h45 Atualizada em 04/06/2020 às 15h45
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Foto: Reprodução
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06.04 - Pipas com cerol fizeram mais duas vítimas na região. De acordo com a Unidade de Estabilização de Animais Marinhos da Univali, em Penha, duas aves fragatas tiveram a asa cortada pelas linhas e morreram durante o tratamento veterinário. Elas haviam sido resgatadas com vida em Navegantes e Itajaí, mas não resistiram.

As aves estavam sendo atendidas pela equipe de médicos veterinários, biólogos e tratadores da unidade e apresentavam ferimentos e cortes na asa, com grave hemorragia. O resgate foi do projeto de monitoramento de praias da bacia de Santos. O corte feito pelo cerol provocou cortes na pele, tendões, vasos sanguíneos e na musculatura adjacente, levando à  hemorragia e depois à morte.

Não é só na região que as linhas com cerol estão causando baixas nos animais. Segundo a Univali, instituições ambientais do Rio de Janeiro registraram casos idênticos envolvendo fragatas com asas cortadas.

Só nas últimas semanas, mais de 60 aves foram resgatadas no RJ com as mesmas lesões. A suspeita é de que o corte seja intencional e que grupos estariam se reunindo em uma competição na qual o objetivo é o derrubar as aves com as linhas de cerol. Por enquanto, aqui  na região as autoridades não notificaram casos, mas já acharam aves vítimas das linhas cortantes.

Fonte e foto: PMPBS

 

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