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Policial Cyberbullying

Adolescente de Penha é apreendido por praticar Cyberbullying em grupo virtual

O jovem integrava grupo virtual que promovia incitações à automutilação e ao suicídio entre adolescentes e crianças. Tragicamente, algumas vítimas eram coagidas a realizar atos humilhantes diante de uma audiência online.

08/03/2024 às 15h55
Por: Carneiro News Fonte: Polícia Civil
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Foto/Divulgação/PC
Foto/Divulgação/PC

08.03 – A Polícia Civil de Santa Catarina divulgou hoje em seu site oficial, que um jovem, morador de Penha, foi apreendido durante operação de combate a prática de Cyberbullying. O adolescente integrava grupo virtual que promovia incitações à automutilação e ao suicídio entre adolescentes e crianças. Tragicamente, algumas vítimas eram coagidas a realizar atos humilhantes diante de uma audiência online.

No desdobramento da operação, foram cumpridos mandados de Busca e Apreensão e Internação Provisória do Adolescente envolvido com a prática de Cyberbullying, em Penha.

A Polícia Civil ressalta que Cyberbullying está se tornando cada vez mais comum em diversas plataformas de mídia social. Diante desse cenário preocupante, as autoridades policiais enfatizam a necessidade de os pais e responsáveis estarem atentos ao comportamento de seus filhos e aos conteúdos acessados na internet. É imperativo adotar medidas de controle parental para proteger as crianças e adolescentes dessas ameaças virtuais, evitando que se tornem vítimas ou perpetradores de tais crimes.

O Cyberbullying foi alçado à categoria de crime no Código Penal, por meio da Lei Nº 14.811, promulgada em janeiro de 2024. Essa medida legislativa reconhece a gravidade das condutas relativas à violência psicológica e estabelece penalidades severas aos infratores.

Nesse contexto, a ação coordenada entre as instituições policiais é exemplo da importância da colaboração entre as diferentes esferas do poder público para enfrentar os desafios emergentes da cultura digital.

Participaram da ação policial a Polícia Civil de Santa Catarina, por meio das delegacias de repressão a crimes de informática (DRCI) e de Proteção dos Direitos das Mulheres (DPDM), da Diretoria Estadual de Investigação Criminal (DEIC), com apoio do Laboratório de Inteligência Cibernética (CIBERLAB/SC), do Laboratório de Inteligência Cibernética do Ministério da Justiça (CIBERLAB/MJ) e da Polícia Civil do Espírito Santo. A Polícia Científica (PCI) de Santa Catarina também participou da operação.

 

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