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Geral Atropelamento no mar

Empresário atropelado por lancha gostava de nadar na praia de Balneário Camboriú

Rafael Gonzalez faleceu aos 49 anos. Ele foi sepultado no cemitério Parque Jardim da Paz, em Florianópolis. Já, Waldir, também atropelado, segue na UTI, com estado de saúde grave, porém estável.

19/10/2024 às 08h23
Por: Carneiro News Fonte: NSC
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Foto/Reprodução/Redes Sociais
Foto/Reprodução/Redes Sociais

19.10 - O empresário Rafael Aragão Gonzalez, de 49 anos, que morreu após ser atropelado pela lancha Johnny Reb, na praia Central de Balneário Camboriú, foi velado e sepultado nesta sexta-feira no cemitério Parque Jardim da Paz, em Florianópolis.

Rafael era administrador de empresas e fundador da Tanoaria Espanha, uma empresa especializada em bebidas alcoólicas. Pai de dois filhos, Hugo e Bruno, Rafael estava divorciado. Ele era um nadador habitual da região e costumava dar suas braçadas próximo à Ilha das Cabras, sendo conhecido pelos salva-vidas por iniciar suas atividades nas proximidades do posto da altura da rua 2600.

Já Waldir segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Ruth Cardoso, com estado de saúde grave, porém estável. Ele passou por uma cirurgia nas pernas, mas não foi confirmado se houve amputação. O boletim médico desta sexta-feira foi do dr. César Meirelles.

Perícia

Segundo a Polícia Civil, a lancha envolvida no acidente passará por perícia. O condutor da embarcação de 32 pés, um marinheiro profissional de 42 anos, afirmou que navegava após a demarcação de 200 metros, no sentido norte, próximo à Ilha das Cabras, quando sentiu a colisão. Ele logo avistou as duas vítimas na água.

Conforme relato de Waldir, ele e Rafael nadavam com uma boia sinalizadora quando foram atingidos pela lancha. Ele não soube informar a distância exata da faixa de areia no momento do acidente. O delegado Leonardo Zambeli informou que o teste do bafômetro realizado no condutor e foi negativo.

De acordo com a Delegacia da Capitania dos Portos, o condutor da lancha possui habilitação válida, e a embarcação estava alugada. A Marinha do Brasil tem 90 dias para concluir as investigações sobre as causas do acidente.

 

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