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Penha: Secretaria da Pesca de SC proíbe temporariamente o consumo de ostras e mariscos de cultivo da Praia Alegre e Armação do Itapocorói

Penha: Secretaria da Pesca de SC proíbe temporariamente o consumo de ostras e mariscos de cultivo da Praia Alegre e Armação do Itapocorói

20/08/2020 às 12h07 Atualizada em 20/08/2020 às 15h07
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Foto: Reprodução
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20.08 - A Secretaria de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural proibiu o consumo de ostras e mexilhões de cultivo das localidades de Barro Vermelho, em Florianópolis, e da Praia Alegre e Armação do Itapocorói, em Penha, devido à presença de ficotoxina Ácido Okadaico - também conhecida como toxina diarreica - acima dos limites permitidos. Desde ontem (19) está proibido retirar e comercializar ostras, mexilhões e seus produtos, inclusive nos costões e beira de praia dessas áreas.

Além disso, as áreas de Barra do Aririú, em Palhoça; Ponta de Baixo, em São José e Fazenda da Armação, no município de Governador Celso Ramos permanecem interditadas.

A Secretaria anuncia ainda a liberação parcial das localidades de Freguesia do Ribeirão e Costeira do Ribeirão, em Florianópolis. Nessas áreas estão permitidos o comércio e a retirada apenas de ostras. As outras espécies de moluscos cultivadas ainda não podem ser consumidas.

As ostras foram liberadas a partir de dois resultados negativos consecutivos para presença de toxina diarreica. O gerente de Pesca e Aquicultura da Secretaria da Agricultura, Sérgio Winckler, explica que ostras e mexilhões se comportam de forma diferente diante da concentrações de algas tóxicas, por isso a desinterdição é parcial. “Existem diferenças nos sistemas de filtração dos moluscos. A ostra concentra menos toxinas, por isso foi possível a sua liberação antes dos mexilhões”.

Desde o dia 6 de agosto, algumas áreas de cultivos de moluscos bivalves vêm sendo interditadas devido à presença de ficotoxina acima dos limites permitidos. Quando consumida por seres humanos, essa substância pode ocasionar náuseas, dores abdominais, vômitos e diarreia.

A Cidasc intensificou as coletas para monitoramento das áreas de produção de moluscos interditadas e arredores. Os resultados dessas análises definirão a liberação ou a manutenção da interdição. Os locais de produção interditados serão liberados após dois resultados consecutivos demonstrando que os moluscos estão aptos para o consumo.

Fonte: Secom

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