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12 anos na tranca: Leonardo Nathan é condenado pela morte de Gabriella Custódio Silva em Joinville

12 anos na tranca: Leonardo Nathan é condenado pela morte de Gabriella Custódio Silva em Joinville

28/10/2020 às 09h19 Atualizada em 28/10/2020 às 12h19
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Foto: Reprodução
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28.10 - Em júri popular nesta terça-feira (27), Leonardo Natan Chaves Martins foi condenado a 12 anos de prisão em regime fechado pela morte de Gabriella Custódio da Silva, de 20 anos. Ela foi baleada em julho de 2019. O júri foi em Joinville. Martins foi condenado por homicídio qualificado doloso.

O advogado de defesa, Jonathan Moreira dos Santos, disse que irá recerrer, pois segun do ele, a defesa demonstrou ao júri que não houve feminicidio e o júri acatou como homicídio doloso.

O julgamento começou às 9h e terminou às 19h50. De acordo com o Poder Judiciário, no período da manhã foram ouvidas quatro testemunhas, uma indicada pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) e as outras três pela defesa do réu. Martins também falou ao júri.

Em seguida, a acusação, através do MPSC, apresentou vídeos de depoimentos e imagens da chegada da vítima carregada no colo para dentro do hospital. Conforme o Poder Judiciário, os advogados de defesa argumentaram que o tiro foi acidental. O réu está preso preventivamente desde agosto do ano passado, quando se entregou.

Gabriella Custódio, que tinha 20 anos, de família de Armação, Penha, foi morta com um tiro no peito no dia 23 de julho de 2019. Após ser baleada, a jovem foi levada até o Hospital Bethesda no porta-malas de um carro por Leonardo, que fugiu em seguida. Ela já chegou morta na unidade.

Após deixar a namorada em cima de uma maca, Leonardo fugiu para São Francisco do Sul, também Norte catarinense, e, no caminho, teria jogado a arma usada no crime no Canal do Linguado. Ele disse à polícia que o disparo foi acidental e teria ocorrido enquanto mostrava a arma para a companheira.

O outro suspeito de participação no crime, Leosmar Martins, pai de Leonardo, foi encontrado morto com um tiro na cabeça em um carro na BR-280 em fevereiro de 2020. Ele havia sido indiciado por fraude processual e posse ilegal de arma em agosto de 2019, porque a arma utilizada no crime era dele e não era regularizada.

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