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Corpo de marinheiro morto por afogamento no RJ é sepultado no Cemitério Metropolitano em Navegantes

O corpo marinheiro João Gomes do Nascimento, 45 anos, estava desaparecido desde o dia 30 de outubro, quando o rebocador São Lourenço I, que ele trabalhava naufragou próximo da ilha de Marambaia, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

19/11/2025 às 16h15
Por: Carneiro News
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Corpo de João Peixe foi sepultado na manhã de hoje em Navegantes/Foto/Redes Sociais
Corpo de João Peixe foi sepultado na manhã de hoje em Navegantes/Foto/Redes Sociais

Foi sepultado na manhã de hoje, no Cemitério Metropolitano do Gravatá, em Navegantes, o marinheiro e chefe de maquinas, João Gomes do Nascimento, de 45 anos, conhecido como João do Peixe. Ele foi vítima de afogamento, por conta do naufrágio do rebocador São Lourenço I, no dia 30 de outubro, no Rio de Janeiro.

Após quase duas semanas de buscas o corpo foi resgatado. No dia 11, o corpo de outro catarinense, que trabalhava na mesma embarcação como contramestre, Rafael de Souza, 39 anos, morador de São Francisco do Sul, foi encontrado próximo ao local do naufrágio em Angra dos Reis (RJ). O corpo dele foi sepultado na sua cidade de origem.

Dois dias após, dia 13, foi encontrado o corpo de João, próximo a Ilha Grande, entre Mangaratiba e Angra dos Reis. O corpo dele chegou ontem em Navegantes, foi velado na Igreja Pentecostal Missionária Lírios dos Vales, no Centro de Navegantes e sepultado na manhã de hoje Cemitério Metropolitano do Gravatá. 

O naufrágio do rebocador

João, Rafael e Jefferson de Souza (um terceiro tripulante) foram contratados pela empresa Sea Náutica, para levar o rebocador do Rio de Janeiro até o porto de Paranaguá (PR). No dia 30 de outubro, devido ao mau tempo, o São Lourenço I naufragou próximo da Ilha Grande, em Angra dos Reis.  

Jefferson conseguiu se salvar usando um bote salva-vidas. Ele disse que não conseguiu mais ver os companheiros (João e Rafael) que sumiram em alto mar.

A Marinha do Brasil, através da Capitania dos Portos do Rio de Janeiro fez buscas na região, mas somente duas semanas após o naufrágio encontrou os corpos dos catarinenses.  

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