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Padre Márcio Vignoli e fiéis esperam passagens de retorno ao Brasil

Padre Márcio Vignoli anunciou em vídeo chegada ao Egito e pediu preces por vítimas da guerra. Grupo de fieis catarinenses teve de alterar programação a partir do dia 28.

05/03/2026 às 15h39
Por: Carneiro News Fonte: Juvan de Souza Neto
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Foto/Reprodução/Redes Sociais
Foto/Reprodução/Redes Sociais

A comitiva católica liderada pelo padre Márcio Alexandre Vignoli, pároco da Paróquia Santíssimo Sacramento, em Itajaí, está providenciando os trâmites junto à operadora de turismo responsável pela viagem à Terra Santa para viabilizar o retorno ao Brasil.

O grupo, formado por 20 fiéis, chegou no dia 2 de março ao Cairo, no Egito, e está hospedado em um hotel às margens do Mar Vermelho.

Segundo o último vídeo de atualização divulgado pelo sacerdote, todos estão bem, apesar do cancelamento do roteiro original no dia 28 de fevereiro, após o agravamento do conflito no Oriente Médio, com ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã. A ofensiva resultou na morte do aiatolá Ali Khamenei, líder máximo do país islâmico, e abriu campo a forte reação bélica iraniana na região.

De acordo com o padre Márcio, o grupo percorreu cerca de sete horas pelo Deserto do Sinai até chegar ao Cairo. Agora, a operadora trabalha no remanejamento das passagens para garantir o retorno dos peregrinos ao Brasil.

Inicialmente, o grupo catarinense conseguiu se deslocar de Tiberíades, às margens do Mar da Galileia, até a fronteira com o Egito, afastando-se da área mais próxima do conflito.

“Rezemos pelos que sofrem na guerra, pelas vítimas”, conclamou o padre.

Correria em busca de abrigo

Em vídeos divulgados anteriormente, o sacerdote relatou que o grupo precisou buscar abrigo após o início dos bombardeios no dia 28 de fevereiro. A peregrinação ocorria na Terra Santa quando sirenes de alerta soaram durante a celebração de uma missa em Cafarnaum.

Segundo padre Vignoli, a celebração acontecia na igreja construída sobre a antiga casa do apóstolo São Pedro, em Cafarnaum, ao norte de Jerusalém, quando os alarmes começaram. O grupo deixou imediatamente o local e correu para abrigos.

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