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Pimba na Gorduchinha: Pescador faz história e fisga pela 1ª vez a Taça de Campeão da elite do Catarinão

A coluna destaca nesta edição fala da final do Catarinão. O título inédito do Barra, do beach soccer de Penha e a Copa Acesc 70 anos e Torneio da Morte do catarinense.

09/03/2026 às 20h19 Atualizada em 09/03/2026 às 20h38
Por: Carneiro News Fonte: Vilmar Carneiro
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Foto/Ilustrativa
Foto/Ilustrativa

Pescador fisgou peixe grande

Com apenas 13 anos de vida o Pescador fez história e fisgou o título do Catarinão pela primeira vez. Mas não é o primeiro título do Barra não. Nesta breve história nos gramados, o time de BC conquistou a Terceirona do Catarinense em 2015, a Segundona em 2021, o Brasileirão da Série D do ano passado e consequentemente o acesso para a Série C. Qual o segredo? Responsabilidade e planejamento.

Na Arena Condá

Foi bonito de ver a torcida da Chapecoense lotando o Índio Condá (cerca de 18 mil pagantes) e incentivando o Verdão do Oeste até o último minuto de jogo. Mesmo sabendo que a tarefa era difícil de reverter, pois no primeiro confronto foi 3x1 para o Pescador, a Chape fez seu papel. Mostrou bom futebol e por pouco não leva a decisão para as penalidades. Venceu de 1x0, mas no saldo deu o Barra. Já o time de BC foi quase perfeito na marcação, fez um jogo leal, sem pontapés e um olho na bola e outro no relógio. Depois, deu a volta olímpica.

Na Toca do Tigre

O Criciúma sagrou-se campeão da Taça ACESC 70 Anos ao vencer o Camboriú nos pênaltis (8 a 7), após um empate no tempo normal. Com a vitória, o Tigre garantiu vaga na Copa do Brasil de 2027. A Cambura por pouco também não faz históri.

Marinheiro escapou do naufrágio

No torneio da Morte o Marcílio Dias se salvou, mas foi daquele jeito, no bate-bate coração. Foi no saldo de gols. Marinheiro e o Vovô Carlos Renaux somaram 13 pontos. A dupla marcou 10 gols, mas o Marcílio sofreu 5 e o time de Brusque 8. A diferença foi de 3 gols e olha que o Carlos Renaux goleou o Figueirense na capital por 4x2, deixando a torcida marcilista de olho no celular e com bumbum ser passar uma agulha, pois jogo de Floripa não acabava nunca.  

Na Segundona pela 2ª vez

Esta não foi a primeira vez que o Figueirense é rebaixado para a segunda divisão do Catarinão. O Furacão, que virou brisa, caiu em 1986, mas retornou à elite no ano seguinte, em 1987. Um quero-quero do Orlando Scarpelli me contou que muitas cabeças ainda vão rolar lá no Estreito.

Debutante

O JEC vai disputar a Segundona do Catarinão pela 1ª vez. No ano do cinquentenário o time caiu, o bolo de aniversário teve gosto amargo e os responsáveis pelo péssimo futebol apresentado pelo Tricolor no Catarinense sumiram, pediram licença e nem apagaram as velinhas. O Joinville ficou no escuro e sem rumo. A vitória sobre o Remo pela Copa do Brasil oxigenou o elenco, mas o São Bernardo vem aí.

Areião Penha

E chegou ao fim o Municipal de Beach Soccer 2026 de Penha. As finais aconteceram no sábado (7), na Arena da Praia Alegre. União (Sub-16), Sexta Ferino (Veteranos) e Ukisobrou (Livre) ergueram a Taça Guilherme Augusto Alves Bastos, “Boquinha”. Na sexta-feira, na praia de São Miguel, o Praia Alegre levou o título do Sênior e no Master deu Manchester Penha. Foram bons jogos, bom público e arbitragens que não comprometeram.

Sub-16

Na categoria Sub-16, às 18h, o União venceu o Insanos por 6 a 2 e garantiu a taça de campeão. Na disputa pelo terceiro lugar, às 14h30, o Atlético Piçarras venceu o RC8 por 7 a 1. O atleta Vitor Provesi (União) recebeu o troféu de craque da competição.

Veteranos

Pela categoria Veteranos, às 19h, o Sexta Ferino venceu o Geração Rio por 4 a 2 na final e ficou com o título. O terceiro lugar ficou com o Arsenal Barreiro, que venceu o Pé na Ponta por 8 a 2.

Livre

Na categoria Livre, o Ukisobrou venceu o Arkan por 6 a 0 e conquistou o título. Na disputa pelo terceiro lugar, o Arsenal Barreiro venceu o São Nicolau por 8 a 4.

Destaques

Joari (Arsenal Barreiro) com 17 gols, foi o artilheiro do Veteranos; Luciano (Atlético Praiano) com 16 gols foi o goleador do Livre. Como melhores goleiros, uma verdadeira salada de frutas: Banana e Goiaba foram os melhores. Goiaba (Sexta Ferino) sofreu apenas 7 gols e o Banana (Ukisobrou) teve uma média 1,43 gols por partida.

Catarinão do Areião

Penha irá sediar o Catarinense de Beach Soccer a partir deste sábado (14/15 e 21). Com finais no dia 21. Os jogos acontecem na arena esportiva da praia Alegre. Vão para a disputa do título estadual da categoria Livre as equipes: Enseada, Revelação, Amigos Nativos, Caiçaras da Areia, Real Charme, Ukisobrou, Força Jovem, Juventos, Gralha Azul, Só Nós Mesmo, Arsenal Barreiro e Arkan. Pelo Veteranos: Geração Rio, Arsenal Barreiro, Medeiros, Sexta Ferino, Ervino e Enseada.

Aplausos

A Pimba na Gorduchinha aplaude a FME/Penha pela ótima estrutura montada na reta final do Beach Soccer e também para o Catarinense na arena esportiva da praia Alegre. Banheiros, reservado para os atletas se trocarem, arquibancadas cobertas, boa iluminação, segurança, bombeiros, policiamento, tudo como manda o figurino. Assim o público comparece. Muito diferente dos anos anteriores que a arquibancada mais parecia as do Circo do Palhaço Pururuca, que se desse um vento forte “ia pra chóm”. Pela primeira os atletas não precisaram se trocar atrás do muro das casas vizinhas da arena. Sem contar que lixo que ficava jogado no ao redor da quadra. Este ano, a presença de uma equipe de garis estava no local catando o que os mal educados descartaram no chão. Parabéns para FME/Penha.

TV Quati

Um salve para a galerinha da TV Quati, que com irreverencia, competência e boa narração transmitiu pelas redes sociais os jogos decisivos do Beach Soccer de Penha. Clique aqui para a acessar no youtube o canal dessa galerinha boleira que manja de bola e se bobear dá um Pimba na Gorducinha. 

Cartão Vermelho

Para o Clássico da Vergonha entre Cruzeiro e Atlético-MG, pela final do Campeonato Mineiro, no domingo, no Mineirão, que teve 23 expulsões registradas em súmula, depois a confusão generalizada ao fim da partida.

O jogo registrou novo recorde no futebol brasileiro em termos de expulsões em uma partida de futebol. As marcas anteriores ocorreram na década 50 e 70. Um jogo do Torneio Rio-São Paulo, em 1954, envolvendo Portuguesa e Botafogo, teve 22 expulsos.

Outra partida disputada no Brasil, em 1971, também registrou 22 expulsões. Foi o amistoso entre Avaí e Figueirense, que acabou recebendo o apelido de "Clássico da Vergonha".

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