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Força-tarefa faz buscas por trilheiro desaparecido após subir o Morro Pelado em Joinville

Ezequiel Marcos Ferreira, de 27 anos, foi visto pela última vez na segunda-feira (25). Ele chegou a registrar o percurso de 5 km em uma ferramenta online de exercícios.

31/05/2026 às 10h56
Por: Carneiro News
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Foto/Reprodução Redes Sociais
Foto/Reprodução Redes Sociais

Uma força-tarefa formada por 63 pessoas faz buscas ontem (30) pelo trilheiro de 27 anos que sumiu ao sair para fazer uma trilha no Morro Pelado, em Joinville. Ezequiel Marcos Ferreira foi visto pela última vez na segunda-feira (25) e chegou a registrar o percurso de 5 km em um aplicativo de exercícios.

Conforme o Corpo de Bombeiros Militar, "a trilha possui elevado grau de dificuldade, com diversos pontos de bifurcação e áreas de navegação complexa". A suspeita é de que o homem tenha se desorientado em trilhas secundárias existentes na mata e se afastado do trajeto principal.

Conforme os socorristas, antes de iniciar a trilha, Ezequiel buscou informações sobre o percurso em uma borracharia próxima. Vestígios encontrados apontam que o trilheiro alcançou a região conhecida como Base da Rocha do Morro do Pelado e desapareceu.

Durante as buscas, que começaram na terça-feira (26), a motocicleta do trilheiro foi encontrada próxima à trilha. O Grupo de Resgate em Montanha (GRM) também localizou uma camisa dele na mata, além de garrafas de bebida que podem ser de Ezequiel.

Buscas

Ontem, os socorristas se dividiram em cinco equipes de busca terrestre, além de uma equipe especializada em operações com drones. Cães de busca, 11 viaturas e veículos de apoio também participam da operação.

"As estratégias de busca concentraram-se principalmente na região da Trilha do Morro Pelado, abrangendo áreas de mata fechada, o curso do Rio Piraí e seus afluentes", informou o Corpo de Bombeiros Militar.

Quem é o homem desaparecido

Segundo Susana Rose Lima, tia de Ezequiel, ele trabalha como motoboy, mora com um primo na cidade e é acostumado a fazer trilhas. Nas redes sociais, também compartilha as atividades ao ar livre, como escaladas.

"A gente espera ter mais apoio dos órgãos competentes, afinal de contas, é um jovem perdido numa imensidão de mata fechada", detalhou Susana.

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