
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (3), a Operação Não Fume, que tem como alvo grupos suspeitos de atuar no contrabando e na venda ilegal de cigarros convencionais e eletrônicos. Santa Catarina está entre os sete estados onde foram cumpridos mandados judiciais.
Ao todo, a operação mobilizou cerca de 200 policiais federais e cumpre 51 mandados de busca e apreensão em sete estados brasileiros. Na região de Joinville, no Norte catarinense, foram cumpridas oito ordens judiciais. A ação resultou na prisão de uma pessoa e na apreensão de celulares, documentos e cigarros eletrônicos. Em Joinville, cerca de 800 cigarros eletrônicos foram apreendidos. O valor estimado da mercadoria supera R$ 100 mil
Megaoperação apura rede de distribuição ilegal
Segundo a Polícia Federal, as investigações apontam a existência de grupos responsáveis pela entrada clandestina, distribuição e comercialização dos produtos em diferentes regiões do país.
Além de Santa Catarina, a operação também ocorreu nos estados do Pará, Paraná, Tocantins, Espírito Santo, Mato Grosso e Goiás. Os materiais apreendidos serão analisados e poderão auxiliar no aprofundamento das investigações.
Contrabando gera prejuízos e riscos à saúde
De acordo com a PF, o comércio ilegal de cigarros costuma estar ligado a outras atividades criminosas e provoca prejuízos à arrecadação de impostos e ao mercado formal.
Outro ponto destacado pelos investigadores é o risco à saúde pública, já que produtos contrabandeados ou comercializados sem autorização podem circular sem qualquer controle sanitário. Os suspeitos poderão responder, em tese, pelos crimes de contrabando e organização criminosa. A Polícia Federal informou que as investigações continuam.

Sinistro Filha de proprietária de restaurante incendiado em Joinville morre nove dias após a morte da mãe
Carga recuperada Carga avaliada em R$ 1 milhão é recuperada pela polícia em Joinville
Sinistro fatal Homem morre carbonizado após colocar fogo em restaurante em Joinville.
Mín. 15° Máx. 24°

