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Megaoperação da PF mira venda ilegal de cigarros eletrônicos em SC

Em Joinville, cerca de 800 cigarros eletrônicos foram apreendidos; o valor estimado da mercadoria supera R$ 100 mil. Santa Catarina está entre os sete estados onde foram cumpridos mandados judiciais.

03/06/2026 às 10h37
Por: Carneiro News
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Foto/Divulgação/PF
Foto/Divulgação/PF

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (3), a Operação Não Fume, que tem como alvo grupos suspeitos de atuar no contrabando e na venda ilegal de cigarros convencionais e eletrônicos. Santa Catarina está entre os sete estados onde foram cumpridos mandados judiciais.

Ao todo, a operação mobilizou cerca de 200 policiais federais e cumpre 51 mandados de busca e apreensão em sete estados brasileiros. Na região de Joinville, no Norte catarinense, foram cumpridas oito ordens judiciais. A ação resultou na prisão de uma pessoa e na apreensão de celulares, documentos e cigarros eletrônicos. Em Joinville, cerca de 800 cigarros eletrônicos foram apreendidos. O valor estimado da mercadoria supera R$ 100 mil

Megaoperação apura rede de distribuição ilegal

Segundo a Polícia Federal, as investigações apontam a existência de grupos responsáveis pela entrada clandestina, distribuição e comercialização dos produtos em diferentes regiões do país.

Além de Santa Catarina, a operação também ocorreu nos estados do Pará, Paraná, Tocantins, Espírito Santo, Mato Grosso e Goiás. Os materiais apreendidos serão analisados e poderão auxiliar no aprofundamento das investigações.

Contrabando gera prejuízos e riscos à saúde

De acordo com a PF, o comércio ilegal de cigarros costuma estar ligado a outras atividades criminosas e provoca prejuízos à arrecadação de impostos e ao mercado formal.

Outro ponto destacado pelos investigadores é o risco à saúde pública, já que produtos contrabandeados ou comercializados sem autorização podem circular sem qualquer controle sanitário. Os suspeitos poderão responder, em tese, pelos crimes de contrabando e organização criminosa. A Polícia Federal informou que as investigações continuam.

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