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Penha: Assoreamento do Rio Iriri é monitorado para evitar alagamentos na cidade

Penha: Assoreamento do Rio Iriri é monitorado para evitar alagamentos na cidade

05/03/2021 às 09h45 Atualizada em 05/03/2021 às 12h45
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Foto: Reprodução
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05.03 - O Instituto do Meio Ambiente (IMAP) está monitorando o assoreamento do Rio Irirí e seus afluentes buscando soluções para evitar alagamentos na cidade. As ações são voltadas para solucionar transtornos para os moradores e facilitar o escoamento das águas. Nesta época do ano, devido as fortes chuvas, o Irirí não consegue ecoar as águas da chuva, resultando alagamentos.

De acordo com o responsável pelo meio ambiente, Everaldo Lourival Francisco, a Defesa Civil do Estado vem constantemente emitindo alertas de alagamento. “As ações são voltadas para o desassoreamento do Rio Iriri para que essa água possa escorrer melhor e não alagar o município de Penha, pois muitas regiões estão sendo alagadas. Então, o IMAP está monitorando o rio e seus afluentes na maré baixa e alta, para ver o comportamento do rio nessas situações de emergências de pancada de chuva”, explicou.

Outra situação acompanhada pelo IMAP está voltada a situação crítica dos pescadores que usam as margens do Iriri como atracadouro. O Rio está com pouco calado o que impede inúmeras vezes a navegação de embarcações médio porte.

Pescador reclama

Por falta de profundidade no seu leito e no canal da barra, os pescadores convivem com diversos problemas por décadas. Além de somente eles conseguirem navegar no leito do Rio quando o nível do canal não estiver com maré baixa. A situação impede dos pescadores a mobilidade a qualquer hora do dia. É comum as embarcações encalharem na boca barra e sofrerem avarias.

“Já perdi conta de quantas vezes a hélice, ou mesmo, o eixo foram danificados ao entrar e sair à barra. Também tive o casco do bote avariado. A pesca já não está aquilo tudo e ainda temos que conviver com a falta de calado do Rio. Estamos cansados de promessas. Pedimos uma solução com urgência. O que queremos é trabalhar”, reclama o pescador A. L. P, de 63 anos, com mais de 45 anos de mar.

Fonte e fotos: PMP

Por: Vilmar Carneiro

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