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Caso Mariane: Polícia pode prender acusado(s) de matar esposa de pastor nas próximas horas

Caso Mariane: Polícia pode prender acusado(s) de matar esposa de pastor nas próximas horas

12/04/2021 às 09h33 Atualizada em 12/04/2021 às 12h33
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Foto: Reprodução
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12.04 – O assassinato de Mariane Kelly Souza, 35 anos, funcionária de uma cafeteria do Bistek, de Itajaí, e esposa do pastor envagélico Joedson dos Santos, 40 anos, o Jota, está próximo de ser solucionado. Com inúmeras informações e depoimentos divergentes, a investigação deve ser concluída pela Polícia Civil nos próximos dias e autor(es) do crime ser preso.

Corpo foi encontrado boiando na Volta Grande

Mariane desapareceu no final da tarde de quinta-feira (8) quando encerrou o turno na cafeteria. Há imagens da vítima embarcando em um Corsa prata. Mariane ficou 18 horas desaparecida, até que o corpo dela foi encontrado boiando no rio Itajaí-Açu, no início da tarde de sexta-feira, no bairro Volta Grande, em Navegantes. A estava com as mãos amarradas e lesões na cabeça.

Carro encontrado com manchas de sangue

Na noite de sábado, o Corsa cinza em que Mariane foi vista embarcando, no final de quinta-feira, foi encontrado pelo um grupo de trilheiros do Jeep Club de Navegantes, abandonado no morro do Leiteiro, no bairro Escalvados, em Navegantes. O veículo estava sem placas, sem a forração do teto

Nesta semana o veículo vai passar por perícia. O IGP quer saber se Mariana foi morta no local e depois seu corpo foi transportado até o rio onde foi jogado, ou ao contrário, se o carro foi abandonado depois de se desfazer do corpo de Mariane.

O corsa é o mesmo que  o marido de Mariane e uma vizinha usavam diariamente. Os dois estão sendo investigados, e o IGP deve confirmar as participações no crime através das digitais, o carro tem vestígios de sangue.

Depoimento controverso

O marido de Mariane é suspeito de envolvimento no crime. Foi ele que comunicou o desaparecimento da esposa pelas redes sociais. O pastor Jota registrou um boletim de ocorrência e avisou à imprensa que estava procurando a mulher. Só que ele disse que a esposa tinha embarcado em um carro de motorista de aplicativo. A PM constatou que Mariane embarcou no carro da vizinha, às 18h53 de quinta-feira, na última vez que foi vista viva.

Na Polícia Civil, Jota mudou a versão e disse que a esposa pegou carona com a vizinha. O carro já foi emprestado a Jota pela mesma vizinha, e algumas vezes, segundo apurou a investigação. A vizinha ainda não foi localizada pela polícia.

Jota e Mariane eram casados há 20 anos. Eles moravam na rua Cosme Bussarello, no bairro Cordeiros, e tinham uma filha de 16 anos. Jota, além de pastor do CEI, coordenou um centro de recuperação de dependentes químicos, mas foi demitido há cerca de um mês.

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