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Maus-tratos: Polícia Militar fecha “rinha de galos” que funcionava nos fundos de um bar no bairro Itaipava em Itajaí

Maus-tratos: Polícia Militar fecha “rinha de galos” que funcionava nos fundos de um bar no bairro Itaipava em Itajaí

16/10/2021 às 13h36 Atualizada em 16/10/2021 às 16h36
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Mais de 40 pessoas estavam no local e muitos fugiram quando viram a PM - Foto/PMSC
Mais de 40 pessoas estavam no local e muitos fugiram quando viram a PM - Foto/PMSC

16.10 – A Polícia Militar fechou uma rinha de galos, por volta das 21h30 de ontem, que funcionava nos fundos de um bar na Avenida Itaipava, no bairro Itaipava, em Itajaí. Ao todo, 62 galos foram apreendidos. Um homem de 44 anos, natural de Foz do Iguaçu (PR), proprietário do local e responsável pela organização das “brigas” foi autuado por maus-tratos a animais.

A PM recebeu uma denúncia de que no bar existia uma rinha de galos e que todos finais de semana acontenciam as “disputas” e que ontem a prática proibida por lei estava sendo realizada.

Os policiais foram até o bar e acharam suspeito o fato de vários veículos estacionados e pouca gente dentro do bar. Nos fundos do estabelecimento comercial em um galpão, foi flagrada a rinha em pleno funcionamentom com a presença de apostadores, organizadores e possíveis donos das aves.

Quando os frequentadores viram a presença dos policiais diversos deles fugiram em direção a uma mata, sendo que cerca de 20 ficaram no local, mas permaneceram em silêncio. Foi necessário o uso de jato de pimenta para conter outros frequentadores que correram em direção das guarnições.

De acordo com a polícia, o local tinha estrutura completa com rinhas, arquibancada, cadeiras demarcadas com nome de pessoas, quadro negro com anotações das disputas, da biometria das aves, armário para armazenar os galos, papeis com os nomes dos apostadores e valores das apostas.

Foi lavrado um Termo Circunstanciado pelo crime de maus-tratos contra animais contra do proprietário do estabelecimento, que se comprometeu a comparecer em juízo quando intimado pelo Juizado Especial Criminal. Posteriormente, todos foram liberados no local. O dono do bar assumiu ser dono dos 62 galos encontrados no local e  também confessou ser o organizador das brigas.

Por: Vilmar Carneiro

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