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Melou o Réveillon: SC proíbe grandes eventos ao ar livre sem controle de público

Melou o Réveillon: SC proíbe grandes eventos ao ar livre sem controle de público

01/12/2021 às 09h31 Atualizada em 01/12/2021 às 12h31
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Governo tomou a decisão para ampliar os cuidados com a nova variante Ômicron – Foto/Divulgação
Governo tomou a decisão para ampliar os cuidados com a nova variante Ômicron – Foto/Divulgação

01.12 - O Governo de Santa Catarina publicou, na noite de ontem (30), uma portaria que proíbe a realização de grandes eventos ao ar livre que provoquem aglomerações ou com estimativa para recepção de mais de 500 pessoas e que não tenha capacidade para seguir o protocolo do “evento seguro”, por exemplo, controle de público.

Entre elas, está a realização de shows, festivais, apresentações musicais e demais eventos públicos de grande porte ao ar livre que provoquem aglomerações. Além disso, é necessário a divulgação de regramentos, por exemplo, do uso de máscara e da apresentação do comprovante de vacinação completa de pessoas com 18 anos ou mais.

Pessoas de 12 a 17 anos de idade, exigência de apresentação de comprovante de vacinação com registro de pelo menos uma dose de vacina contra a Covid-19 ou laudo contendo resultado “negativo, não reagente ou não detectado” de exame RT-qPCR.

Para crianças menores de 12 anos de idade não será exigido comprovante de vacinação ou testagem, desde que estejam acompanhadas de pais ou responsáveis, permanecendo em espaços sem aglomeração. Os regramentos deverão ser amplamente divulgados pelos organizadores dos eventos.

Segundo o governo do estado, a decisão foi tomada para ampliar os cuidados com a nova variante Ômicron, que teve dois casos confirmados em São Paulo. Ainda não há confirmação sobre a eficácia das vacinas da covid-19 contra a nova cepa.

“Temos uma alerta da OMS quanto a esta nova variante e ainda temos muitas perguntas a responder sobre ela, mas devemos reforçar a atenção àqueles que são mais suscetíveis ao vírus e, nesse caso, essas instituições abrigam pessoas que se enquadram nessa situação, necessitando de maior proteção”, afirma o secretário de Saúde, André Motta Ribeiro.

Fonte: Secom

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