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Brincadeira de Mau Gosto - Ameaça de massacre assusta alunos e professores de escola particular de Balneário Piçarras

Brincadeira de Mau Gosto - Ameaça de massacre assusta alunos e professores de escola particular de Balneário Piçarras

09/06/2022 às 10h01 Atualizada em 09/06/2022 às 13h01
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A escola buscou orientação jurídica e tomou as medidas cabíveis - Foto/Ilustrativa
A escola buscou orientação jurídica e tomou as medidas cabíveis - Foto/Ilustrativa

09.06 - Uma ameaça de invasão ou massacre dentro de uma escola da rede particular de ensino em Balneário Piçarras somou-se a outras ameaças semelhantes no litoral, que indicam um possível trote de estudante.

A ameaça foi em uma escola particular, no bairro Santo Antônio, e alarmou servidores, professores, direção e estudantes ontem. Além da ocorrência, a direção da unidade de ensino buscou orientação da assessoria jurídica.

A advogada Eugênia Furtado, em nota, informou que a ameaça foi escrita num banheiro feminino. “Assim que tomou conhecimento, a direção imediatamente buscou orientação jurídica e tomou as medidas cabíveis”, declarou.

O fato foi comunicado às polícias Civil e Militar. “Estamos avaliando o sistema de imagens e vídeo que dispomos no colégio e monitorando a situação para adotar essas medidas pertinentes”, frisa a nota.

“A escola segue com aula normal e nos próximos dias contará com ronda policial e a presença de segurança profissional. Mesmo acreditando tratar-se de uma brincadeira de mau gosto, consideramos essencial garantirmos a segurança de toda a comunidade escolar”, finalizou.

A onda de trotes sobre supostos massacres que começou a ser registrada em abril, tem assustado pais, professores e alunos em todas as regiões do país. O padrão é o mesmo: o aluno picha em algum lugar da escola, normalmente no banheiro: “Massacre dia X”. A maioria tira foto, apaga a frase e depois publica nas redes sociais, usualmente em um perfil anônimo.

Sem solução

Na região, já houve trotes – ou fake news - do gênero em Itajaí, Navegantes e Barra Velha, entre outras cidades. Os colégios acabam registrando o boletim de ocorrência, deixando a investigação a cargo da polícia. Mas na maioria das vezes não é possível identificar o pichador. Os trotes causam prejuízos materiais e psicológicos aos alunos e profissionais.

Fonte: Diarinho

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