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Barra Velha – Construtora garante que ponte sobre o rio Itajuba será entregue no dia 12 de setembro

Barra Velha – Construtora garante que ponte sobre o rio Itajuba será entregue no dia 12 de setembro

14/06/2022 às 11h11 Atualizada em 14/06/2022 às 14h11
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Operários ficaram sem receber e o obra ficou parada no final de abril - Foto/PMBV
Operários ficaram sem receber e o obra ficou parada no final de abril - Foto/PMBV

14.06 – Interditada em 5 de janeiro de 2021, demolida em 10 de março de 2021 e com início das obras de reconstrução também em outubro do ano passado, a ponte sobre o rio Itajuba, no bairro Itajuba, Barra Velha, que tinha prazo de entrega para o final do mês de julho, será inaugurada no próximo dia 12 de setembro. Quem garante a data é a empresa TEC (Técnica de Engenharia Catarinense Ltda), de São José, vencedora da licitação e responsável pela obra.

O anúncio da entrega da nova ponte, orçada em R$ 2.767.464,36, com terá 32m de comprimento e 18m de largura, ciclovia, passarela para pedestres e iluminação foi feito na quinta-feira (9) da semana passada em reunião realizada entre vereadores de Barra Velha, um representante e responsável pela empresa TEC Engenharia e o Secretário Municipal de Planejamento, Elvis Fuchter.

Durante o encontro os vereadores questionaram o prazo de entrega da obra, já que a prefeitura em sua página oficial do Facebook, com postagem no dia 20 de maio, informou que as obras estavam em ritmo acelerado.

Na nota pela rede social a prefeitura explicou que nenhum aditivo contratual foi assinado com a empresa TEC e que o pagamento está sendo feito conforme o andamento da obra. “A meta é cumprir os prazos previstos em contrato”, destacava a postagem.

Também na nota, a prefeitura reiterou que prazo de entrega da ponte seria para o final do mês de julho, conforme cronograma inicial, mas que poderia haver prorrogação desde que houvesse justificativa devida prevista em contrato.

Obra ficou parada

Durante a execução dos trabalhos, no final do mês de abril operários de uma empresa subcontratada estavam parados e consequentemente a obra também. Os trabalhadores da empresa terceirizada estavam sem receber, morando num alojamento improvisado e sem alimentação. Moradores afirmaram que os trabalhadores estariam há 30 dias sem pagamento e sendo sustentados pela população.

Por: Vilmar Carneiro

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