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Luiz Alves – Dupla que matou jovem a facadas em dezembro de 2019 é condenada a 15 anos de prisão

Luiz Alves – Dupla que matou jovem a facadas em dezembro de 2019 é condenada a 15 anos de prisão

01/07/2022 às 11h24 Atualizada em 01/07/2022 às 14h24
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Leandro foi morto com diversas facadas, incluindo um corte na garganta – Foto/Arquivo
Leandro foi morto com diversas facadas, incluindo um corte na garganta – Foto/Arquivo

01.07 – Alcídio Petry e Hedder Adolfo Ganz foram sentenciados a 15 anos de prisão em regime fechado pela morte do jovem Leandro Fernandes Ferreira, de 19 anos. O crime foi cometido em 19 de dezembro de 2019 na localidade de Braço Aderbal, em Luiz Alves.

O Ministério Público de Santa Catarina garantiu a condenação de Alcídio e Hedder por homicídio qualificado, em julgamento realizado na quarta-feira (29/06), no Tribunal do Júri da Comarca de Navegantes, em Navegantes. O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri da Comarca considerou os dois culpados do homicídio qualificado pelo motivo fútil e pelo recurso que dificultou a defesa da vítima, além do crime de ocultação de cadáver.

O homicídio aconteceu na madrugada do dia 19 de dezembro de 2019, da 1h. Alcídio e Hedder encontraram a vítima, que já conheciam, em frente a uma tabacaria em Luiz Alves e ofereceram carona para ele. No meio do trajeto, na Rua Leopoldo Schipping, que liga os bairros de Braço Aderbal e Rio Canoas, os acusados investiram contra a vítima dando-lhe um golpe conhecido como "mata-leão" até que ela perdesse os sentidos.

Com a vítima desacordada, os dois amarraram os punhos do jovem e desferiram diversas facadas, incluindo um corte na garganta. Após o crime, eles ocultaram o corpo em meio da mata. O corpo só foi encontrado seis dias após o homicídio, já em avançado estado de decomposição, em uma cachoeira no Braço Aderbal.

Os jurados reconheceram todas as circunstâncias qualificadoras apresentadas pelo MPSC na denúncia: o motivo fútil (dívida de drogas) e o recurso que dificultou a defesa da vítima (como a superioridade numérica dos agressores.

Na sentença, a juíza negou aos réus o direito de recorrer em liberdade. Alcídio e Hedder já estavam presos preventivamente desde 28 de dezembro de 2019 no Complexo Penitenciário do Vale do Itajaí, na Canhanduba, em Itajaí.

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