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Manifestações nas rodovias - Jorginho Mello diz que bloqueio não constrói e presidente deve se pronunciar

Manifestações nas rodovias - Jorginho Mello diz que bloqueio não constrói e presidente deve se pronunciar

31/10/2022 às 11h47 Atualizada em 31/10/2022 às 14h47
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Jorginho Mello espera que Bolsonaro se manifeste ainda hoje – Foto/Divulgação
Jorginho Mello espera que Bolsonaro se manifeste ainda hoje – Foto/Divulgação

31.10 - O governador eleito de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), na entrevista que concedeu ao ND+ nesta segunda-feira (31), reafirmou que a vitória não foi completa em razão de o presidente Jair Bolsonaro não ter sido reeleito, mas avaliou que os bloqueios feitos em rodovias não constroem e que o presidente deve se pronunciar sobre o assunto. Jorginho falou também de seus planos para o governo e da participação de sua vice na administração estadual.

“A vitória não foi completa. Essa é a grande declaração que eu fiz ontem e reafirmo hoje. Estou muito feliz pela minha eleição, pela conquista, agradecer todos os catarinenses. Mas o catarinense queria que o presidente Bolsonaro continuasse presidente. Isso é fato demonstrado na urna. Então a vitória para ter sido completa tinha que ser a minha vitória e a dele. Mas a gente tem que saber respeitar. A política é assim, o desejo da maioria. Santa Catarina é uma história. O Brasil foi um pouquinho diferente. Foi uma diferença muito pequena, não foi nada de lavada a questão presidencial”, disse o governar eleito.

Sobre como será agora sua relação com o presidente eleito, Jorginho falou que tem que ser respeitada a vontade do povo e que não terá problemas em conversar com o novo governo federal. “Eu sou político e acho que político tem que ter respeito às instituições, respeito a quem tem mandato, a quem tem a procuração do povo e eu como já me relacionei no tempo do PSDB, do Fernando Henrique, no tempo da Dilma Rousseff, do próprio Lula, o Michel Temer. O Bolsonaro é um amigo pessoal e a minha relação é para representar o meu estado. Vou defender o estado de Santa Catarina sob qualquer aspecto. Para estar comigo tem que estar defendendo Santa Catarina vou prestigiar nossa bancada federal que sempre foi muitos atuante, trabalhando de forma conjunta, independentemente de partido, com 16 deputados, três senadores. Vou procurá-los já na semana que vem para tratar de emendas de bancada. Vou falar com o Pacheco, vou falar com o presidente sobre o próximo orçamento, não sei como eles vão fazer aflita, se vão mexer em alguma coisa enfim. Para me preparar para conversar com a bancada para colocar dinheiro nas nossas estradas, nas nossas obras de infraestrutura enfim, o trabalho vai continuar. Jorginho Mello vai deixar de ser senador ano que vem para trabalhar muito por este estado que ele ama, que vai dar seu sangue, sua vida, para fazer um grande governo. É isso que eu vou fazer”, afirmou.

Sore os protestos em Santa Catarina com vários pontos importantes para o escoamento da produção, bloqueados ele avalia que o presidente Bolsonaro deva se manifestar.

“Eu não consegui conversar com ele ontem. Ele deve ter alguma manifestação hoje enfim, a gente vai aguardar. Quero reafirmar: eu fiquei triste por ele, por ele não ter ganho a eleição. Trabalhei muito para ganhar a eleição. Com sinceridade. A oposição sabe disso, os candidatos sabem disso. Agora, esses bloqueios não constroem nada. Vamos ver a manifestação dele. Ele deve fazer uma manifestação. Ele é um brasileiro, que honra o Brasil, enfim. É a ressaca, e o primeiro dia. Vamos deixar a economia funcionar, as estradas funcionarem. Isso não constrói nada. A palavra do presidente é uma palavra muito forte. Isso cabe a ele fazer e eu tenho certeza absoluta que ele vai fazer”, disse Jorginho.

Fonte> ND+

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