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Caso Gabriella: Defesa pede prisão domiciliar de Leonardo devido à pandemia do coronavírus

Caso Gabriella: Defesa pede prisão domiciliar de Leonardo devido à pandemia do coronavírus

08/04/2020 às 09h51 Atualizada em 08/04/2020 às 12h51
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Foto: Reprodução
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08.04 - O dia 24 de março passou e Leonardo Natan Chaves Martins não sentou no banco dos réus. Acusado de matar a namorada, Gabriella Custódio da Silva no dia 23 de julho de 2019, ele teve o julgamento suspenso por causa da pandemia do coronavírus e de todas as medidas de isolamento, prevenção e combate à doença.

Ainda devido à pandemia, a defesa de Leonardo protocolou o pedido de prisão domiciliar junto à Justiça. Segundo a defesa do acusado, o pedido tem como base o grupo de risco de contaminação do coronavírus no qual Leonardo se encaixaria porque seria hipertenso.

O pedido foi protocolado na segunda-feira (6) e a estimativa é de que o juiz se manifeste em uma semana. Além disso, o julgamento já foi remarcado para o dia 20 de maio, às 9h.

Relembre o crime

Gabriella Custódio Silva, moradora de Armação do Itapocorói, em Penha, foi morta com um tiro por volta das 17h30 do dia 23 de julho na rua Arno Krelling, no Distrito de Pirabeiraba, na zona Norte de Joinville. Gabriella teria sido atingida por um disparo de arma de fogo dentro de casa, colocada no porta-malas de um Chevrolet Captiva e levada ao Hospital Bethesda. Leonardo teria deixado Gabriella no hospital já sem vida.

Após deixá-la no hospital, Leonardo Nathan fugiu do local. A partir da placa do veículo foi descoberto que o proprietário era o marido da vítima.

Vale lembrar, que o pai do acusando foi encontrado morto, dentro de um carro no dia 16 de fevereiro, em São Francisco do Sul. Ele teria sido vítima de uma execução.

Fonte: ND+

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