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Policial Apologia ao Crime

Joinville - Professor da rede pública diz que apoia ataque à creche e causa revolta

Pais e alunos de uma escola de Joinville denunciaram nesta sexta-feira (7) declarações de ódio de um professor do Ensino Médio.

08/04/2023 às 09h07
Por: Carneiro News Fonte: Diarinho/ND+
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O caso está sendo tratado como apologia ao crime – Foto/Divulgação
O caso está sendo tratado como apologia ao crime – Foto/Divulgação

08.04 - Um professor da rede estadual de Joinville, do bairro Jardim Iririú, foi denunciado por apoiar o ataque à creche de Blumenau, onde quatro crianças foram mortas. Em um vídeo, o homem aparece dizendo que "mataria uns 15, 20". Ele ainda disse que entraria na unidade com dois facões "um em cada mão".

A Polícia Civil instaurou inquérito e deve ouvir o homem na segunda-feira. A direção da escola onde ele trabalha e testemunhas também serão ouvidas sobre o caso. O episódio será tratado, a princípio, como apologia ao crime.

Há outras reclamações de pais e estudantes sobre a conduta do professor, acusando o profissional de não ter comportamento adequado, ter falas preconceituosas e promover ofensas aos alunos durante as aulas. Estudantes e familiares têm pedido a expulsão do professor.

A Secretaria de Estado da Educação disse em nota que está tomando as medidas cabíveis e que os fatos serão verificados para dar andamento ao processo administrativo.

Um vídeo que registra as declarações foi enviado a nossa equipe de reportagem, mas optamos por não o divulgar. Nele, o professor apoia o ocorrido em Blumenau e sugere atos de violência. A reação dos alunos é de revolta. “Absurdo”, diz uma estudante.

Violência em sala de aula

Conforme relato de outros alunos, além desta fala violenta, o professor em questão já agiu diversas vezes com posturas de agressividade e teria, inclusive, agredido um estudante e virado uma carteira em outro aluno. O docente também teria se gabado das agressões.

Além das agressões físicas, xingamentos e violência verbal também seriam constantes. Uma aluna afirma que o professor já insinuou que uma estudante se suicidasse. “Falando que não fazia nada e desperdiçava oxigênio”, comenta.

 

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