
Foto: Marco Favero / Secom
O levantamento da Secretaria de Estado da Assistência Social Mulher e Família (SAS) desta tarde sexta-feira, 17, aponta que subiu para 28 o número de cidades que precisaram abrir abrigos em virtude das novas enchentes que atingem Santa Catarina. Já são 61 locais recebendo famílias que tiveram que deixar suas casas, mas os números aumentam a cada hora.
A cidade com o maior número de abrigos é Rio do Sul. No município são 21 abrigos abertos recebendo cerca de 1.056 pessoas e o nível do rio já ultrapassou o registrado em outubro.
Em segundo está Lontras, com cinco abrigos abertos e em terceiro Agronômica, com quatro locais abertos. Todas as cidades ficam no Alto Vale do Itajaí, que neste momento é uma das regiões mais afetadas. “Estamos passando por uma situação muito crítica no nosso estado e precisamos ter um olhar de acolhimento. É importante que posamos orientar e ajudar a todos”, disse a secretária Maria Helena Zimmermann.
SAS segue orientando municípios atingidos
A Secretaria de Assistência Social, Mulher e Família, em parceria com a Defesa Civil de Santa Catarina, segue monitorando a situação das chuvas no estado e orientando os municípios atingidos sobre abertura de abrigos e também sobre a utilização de recursos estaduais e federais em situações de emergência e calamidade.
A sala de situação foi reaberta na SAS e uma equipe técnica faz contato com a equipe da assistência social de todas as cidades que registraram algum tipo de ocorrência. A Secretaria também integra o Grupo de Ações Coordenadas (Grac) que se reúne na Defesa Civil em situações de emergência.
Outro ponto importante é que a Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família (SAS), disponibiliza o Guia de acesso rápido da atuação socioassistencial em situações de emergência e calamidade. O intuito é capacitar os profissionais dos municípios sobre como agir quando esses casos acontecem, como utilizar os recursos e outras informações importantes.
O material, que pode ser baixado no site da SAS, traz informações que auxiliam até mesmo as Defesas Civis municipais, já que ambas as secretarias trabalham de forma interligada em emergências e calamidades. A ideia é contribuir para o apoio realizado pelas equipes junto à população atingida por essas situações orientando sobre decretos, abertura do gabinete de crise, entre outras informações.
Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família
Texto: Helena Marquardt / Ascom SAS
(48) 3664-0916
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