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Prorrogação do auxílio emergencial: entenda como deve ser o pagamento

Prorrogação do auxílio emergencial: entenda como deve ser o pagamento

02/07/2020 às 11h41 Atualizada em 02/07/2020 às 14h41
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Foto: Reprodução
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02.07 - A prorrogação do auxílio emergencial, confirmada na tarde de terça-feira (30/06) pelo governo de Jair Bolsonaro, prevê o pagamento dos R$ 600 por mais dois meses. Porém, não deve entregar esses R$ 600 aos trabalhadores de uma única vez: a ideia do governo é dividir o auxílio ao longo do mês, depositando uma parte dos R$ 600 no início e o restante no fim do mês.

O faseamento das próximas parcelas dos R$ 600 foi ventilado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Segundo ele, é uma forma de fazer com que as duas parcelas extras do auxílio ajudem os trabalhadores ao longo de três meses.

Esta também é uma forma, contudo, de atender ao desejo do presidente Jair Bolsonaro de fazer uma redução gradativa do auxílio. Bolsonaro vinha defendendo a prorrogação do auxílio com parcelas de R$ 500, R$ 400 e R$ 300. Porém, decidiu manter o valor mensal do benefício em R$ 600 para não correr o risco de ver o benefício sendo ampliado pelo Congresso Nacional novamente.

"Oficialmente, são mais dois meses de R$ 600. Isso é o que a lei permite. Mas, se nós tivermos a percepção quanto à possível duração um pouco mais extensa ou não dessa crise, podemos pegar os dois pagamentos de R$ 600 e fasear de uma forma que cubra três meses. Estávamos em R$ 600, podemos fazer um pagamento de R$ 500 no início no mês, R$ 100 no final do mês com R$ 300 logo depois. Ou seja, fica uma prestação de R$ 500 no início do mês, outra de R$ 400 logo depois e outra no fim do mês de R$ 300. Acaba cobrindo três meses com R$ 500, R$ 400 e R$ 300", discursou Guedes, na cerimônia de prorrogação do auxílio emergencial.

Ou seja, a ideia é pagar R$ 500 no início de julho e R$ 100 no fim de julho. E, depois, pagar R$ 300 no início de agosto, com mais R$ 300 no fim de agosto. Porém, os valores exatos desse faseamento ainda não foram confirmados pelo governo federal.

Fonte: Correio Brasiliense

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