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Policial “Secando a Foz”

Polícia Civil cumpre ordens judiciais em Balneário Piçarras, Barra Velha, Navegantes, Blumenau, Itapema, Penha e Palhoça

A Operação “Secando a Foz”: da PCSC (Polícia Civil de Santa Catarina) cumpriu hoje 37 ordens judiciais em operação contra grupo responsável por tráfico interestadual de drogas.

23/01/2025 às 17h36 Atualizada em 23/01/2025 às 17h39
Por: Carneiro News Fonte: PCSC
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Em Balneário Piçarras a operação policial foi no Centro da cidade - Foto/Leitor
Em Balneário Piçarras a operação policial foi no Centro da cidade - Foto/Leitor

23.01 – A DECOD/DIC (Delegacia de Combate às Drogas do Departamento de Investigação Criminal) de Itajaí, da Polícia Civil de Santa Catarina, deflagrou na manhã desta quinta-feira (23) a operação “Secando a Foz”. Foram cumpridos 32 mandados de busca e apreensão em sete municípios catarinenses, um de Mato Grosso do Sul e um do Paraná.

A ação policial foi nas cidades de Campo Grande (MS), Curitiba (PR), Balneário Piçarras, Barra Velha, Navegantes, Blumenau, Itapema, Penha e Palhoça.

De acordo com o delegado da DIC, de Itajaí, Eduardo Ferraz, a investigação apura grupo responsável pelo transporte e distribuição de grandes cargas de cocaína, crack e maconha do município de Foz do Iguaçu (PR) para o litoral norte de Santa Catarina.

Em um período de cinco anos o grupo movimentou mais de R$ 16 milhões se utilizando de empresas fantasmas nos mais diversos ramos, laranjas e documentos falsos. Os investigados respondem pelos crimes de tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

A Justiça determinou ordens de bloqueio de valores até R$ 30 milhões, além do sequestro de três imóveis, cinco veículos e uma embarcação de alto padrão.

Durante as buscas foram apreendidas três pistolas, uma carabina, veículos, além de documentos e aparelhos eletrônicos que permitirão o aprofundamento das investigações. Foram ainda cumpridos cinco mandados de prisão preventiva em face do núcleo da organização.

A operação contou com apoio do COPE da Polícia Civil do Paraná, do GARRAS da Polícia Civil do Mato Grosso do Sul, da Receita Federal, do Setor de Recapturas da Polícia Penal e de diversas unidades da Polícia Civil de Santa Catarina.

Não foram divulgados os nomes dos envolvidos na região.  

 

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