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Família doará órgãos de bombeira que morreu após se afogar em curso de mergulho em Itajaí

Tainá Pauli, de 28 anos, seria a primeira bombeira mulher do batalhão de Chapecó a concluir o curso de mergulho autônomo. Ela ficou internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), por 10 dias.

29/03/2025 às 10h03
Por: Carneiro News Fonte: ND+
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Foto/Reprodução/Redes Sociais
Foto/Reprodução/Redes Sociais

29.03 - Família doará órgãos de bombeira chapecoense que morreu ontem (28), após se afogar em curso de mergulho no rio Itajaí. Lotada no 6ºBBM (Batalhão de Bombeiros Militar) em Chapecó, no Oeste, a soldado Tainá Pauli, de 28 anos, ficou internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva), por 10 dias.

A APRASC (Associação de Praças do Estado de Santa Catarina) divulgou que pelas redes sociais que a chegada do corpo de Tainá está prevista para sábado à tarde, por conta da doação de órgãos.

O velório será no ginásio de esportes Verde Vale em Antônio Carlos ainda sem horário definido. A missa de corpo presente será na Matriz de Antônio Carlos, às 15h de domingo.

O CBMSC registra aos familiares, irmãos de farda e amigos da soldado Tainá sentimentos de tristeza e solidariedade com as respeitosas continências de toda a corporação. “Seguimos dedicando todo apoio necessário a família da Sd Tainá, como temos realizado desde o primeiro dia de sua internação. Detalhes da sua despedida serão definidos junto à família”.

Como aconteceu acidente

O incidente ocorreu na quarta-feira (19) no Rio Itajaí e a soldado ficou em estado grave. Ela sofreu um afogamento grau 6, durante  o curso de mergulho autônomo. O Corpo de Bombeiros explica que o atendimento necessário foi realizado de forma rápida com todos os recursos dos bombeiros e da Secretaria do Estado da Saúde.

Na quarta-feira, o estado de saúde da bombeira militar era grave. Contudo, na manhã da quinta-feira (20), a reportagem do ND Mais entrou em contato com o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina, que informou que ela permanecia internada, mas com o quadro estável.

A vítima do incidente seria a primeira bombeira mulher do batalhão de Chapecó a concluir o curso de mergulho autônomo.

Conforme o CBMSC, esse curso é fundamental para preparar os bombeiros para operações de resgate subaquático, seja em ambientes como rios, lagos, represas ou no mar.

Ao longo das aulas, os alunos passam por várias fases, que incluem técnicas de mergulho autônomo, resgate de vítimas submersas, busca subaquática e até mesmo manobras de salvamento em condições adversas, como baixa visibilidade.

 

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