
A Polícia Civil de Itajaí prendeu ontem o último foragido da quadrilha responsável por extorquir R$ 1,2 milhão em criptomoedas de um empresário na Praia Brava, em Itajaí, em 2023. Durante o crime, os bandidos chegaram a colocar uma arma na boca do filho do empresário para forçá-lo a fazer a transferência.
A ação faz parte da Operação Blockchain, que apurou a atuação de uma sofisticada organização criminosa envolvida no assalto. Na ocasião, três bandidos armados invadiram a casa da vítima, exigiram a transferência de Bitcoins e também roubaram dinheiro e joias. O empresário, seus familiares e funcionários foram mantidos reféns por cerca de três horas.
As investigações revelaram que o comando do crime era feito em tempo real a partir da Argentina, enquanto outro membro do bando movimentava as criptomoedas diretamente de Lima, no Peru.
Desde o início da operação, sete suspeitos foram presos. Dois deles foram capturados na Argentina com apoio da Interpol, um em Sergipe, e os demais pela Polícia Civil de Itajaí. Restava apenas J.H.M.F., que estava foragido.
A prisão dele foi cumprida ontem, na rua Indaial. Ele estava escondido em um prédio nos fundos de uma sorveteria. Após a prisão, foi levado ao Complexo Penitenciário da Canhanduba, em Itajaí.
A quadrilha responde por organização criminosa, lavagem de dinheiro, roubo, extorsão e tráfico de drogas.
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