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Policial Caso Isabela

Imagens da Polícia Civil mostram onde corpo de Isabela foi enterrado pelo pai

Corpo da adolescente foi encontrado em uma área de mata do município de Caraá, no interior do Rio Grande do Sul, perto da casa do pai. Ele é apontado como o sequestrador e assassino da própria filha.

17/01/2026 às 09h27
Por: Carneiro News
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Foto/Divulgação/DIC
Foto/Divulgação/DIC

Imagens divulgadas pela Delegacia de Homicídios de Itajaí mostram o local onde o corpo da adolescente Isabela Miranda Borck, de 17 anos, foi enterrado, pelo que indicam as investigações, pelo próprio pai. A jovem estava desaparecida desde 30 de novembro do ano passado, quando sumiu do bairro Fazenda, em Itajaí.

O corpo foi encontrado nesta sexta-feira em uma área de mata do município de Caraá, no interior do Rio Grande do Sul, perto da casa do pai, A.B., de 53 anos, que é apontado como o sequestrador e assassino da própria filha.

O crime seria uma vingança, já que A. foi condenado a 16 anos de prisão por ter estuprado Isabela quando ela era criança. O caso veio à tona há três anos, e a condenação saiu duas semanas antes de ela desaparecer. No dia do sumiço, o pai foi visto em Itajaí. A Polícia Civil informou que dará mais detalhes do caso em coletiva marcada para segunda-feira, às 11h, na sede da 4ª Delegacia Regional de Polícia de Itajaí.

O pai estava preso desde 19 de dezembro, quando foi preso em Maracaju (MS), depois de uma ordem judicial. Ele só foi trazido para Itajaí nesta quinta-feira e já está no presídio da cidade. Após a indicação do local onde o corpo estava, a polícia voltou ao Rio Grande do Sul e iniciou as buscas perto da casa, até encontrar o corpo de Isabela. “Foi acionado o Instituto Geral de Perícias para os procedimentos necessários, inclusive para realizar os exames que vão confirmar a identidade da vítima”, explicou o delegado Roney Pericles.

Isabela era aluna do Terceirão do colégio Salesiano e deveria ter se formado com a turma em dezembro do ano passado. Antes de desaparecer, ela chegou a fazer as provas do Enem e uma foto em frente ao colégio Victor Meirelles. Funcionários, professores e colegas do Salesiano divulgaram o caso várias vezes, na esperança de que ela fosse encontrada com vida.

Isabela também foi aluna do colégio São José, onde os seus pais chegaram a trabalhar. Até o momento, não há informações sobre o velório e o sepultamento.

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