
26.03 - Os caixas eletrônicos já fazem parte da vida das pessoas há décadas, mas parece que, das últimas inovações tecnológicas, o PIX talvez tenha sido a que mais fácil se adaptou à rotina do brasileiro. É verdade que o processo de pandemia possa ter acelerado essa implementação.
Caixas eletrônicos x PIX
Hoje, o pagamento por PIX é feito até para comprar produtos dos ambulantes de rua e tornou-se tão recorrente que já até fez surgir a discussão sobre a necessidade do dinheiro em espécie e, ainda, sobre os impactos da digitalização nas transações bancárias feitas nos caixas eletrônicos após a pandemia.
Melhor do que qualquer previsão que pudesse ser feita, o PIX se encaixou perfeitamente ao dia a dia do brasileiro, pois além de ser prático e rápido, não possui taxa de uso pelos bancos.
E como ficam os caixas de autoatendimento?
Com certeza fica a impressão que os terminais de autoatendimento estão com os dias contados e, num futuro próximo, se tornarão até obsoletos, mas os bancos criaram um jeito de aproveitar esses caixas nessa nova rotina em ascensão.
Os caixas eletrônicos conseguiram se adaptar à presença do PIX disponibilizando novos serviços, além de ter como referência o próprio sistema de pagamentos do Banco Central (BC). Com o compartilhamento de dados bancários pessoais, o chamado open banking, as oportunidades de novos serviços são ainda maiores.
De acordo com Tiago Aguiar, superintendente de novas plataformas na TecBan, dona da rede Banco24Horas, “o caixa eletrônico deve incorporar, cada vez mais, novas possibilidades de serviços e transações para acompanhar as inovações em curso no sistema financeiro”.
Em resumo, as caixas de autoatendimento continuarão sendo o ponto de relacionamento entre banco e cliente, mesmo sem estar tão presente no dia a dia como anos atrás.
Fonte: Agência Brasil
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