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Ex-goleiro Manga da Seleção Brasileira morre aos 88 anos

Ex-goleiro estava internado no Hospital Rio Barra e lutava contra um câncer de próstata. O ex-atleta por dificuldades de saúde e financeiras e vivia no Retiro dos Artistas, com sua mulher Maria Cecília, no Rio de Janeiro.

08/04/2025 às 11h30 Atualizada em 08/04/2025 às 11h32
Por: Carneiro News
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Foto/Divulgação/Reprodução/Redes Sociais
Foto/Divulgação/Reprodução/Redes Sociais

08.04 - O ex-goleiro Haílton Corrêa de Arruda, o Manga, morreu aos 88 anos, na manhã desta terça-feira (8), no Rio de Janeiro (RJ). Ao longo da sua carreira, o ex-atleta defendeu a seleção brasileira e o Botafogo, que acabou se tornando um dos ídolos da história do futebol brasileiro.

Segundo informações do ge, Manga estava internado no Hospital Rio Barra e lutava contra um câncer de próstata. Por meio de uma publicação nas redes sociais, o Botafogo prestou homenagem ao ídolo e também sobre a sua trajetória profissional.

Manga foi um dos grandes goleiros da história do futebol brasileiro ao longo dos anos 1950, 1960 e 1970. Revelado pelo Sport, clube no qual conquistou três títulos estaduais, o ex-goleiro brilhou em demais times do país.

Pelo Botafogo, o astro venceu o Campeonato Carioca por quatro vezes (1961, 1962, 1964 e 1966), além de três edições do Rio-São Paulo (1962, 1964 e 1966). Com mais de 20 troféus, Manga é o nome mais vitorioso da história do Alvinegro.

Já com o Internacional, na década seguinte, o ex-goleiro foi tricampeão gaúcho (1974, 1975 e 1976), além de duas edições do Campeonato Brasileiro (1975 e 1976). Fora do país, Manga também foi multicampeão com o Nacional, do Uruguai.

Foram quatro títulos de Campeonato Uruguaio, além de uma Libertadores e um Intercontinental, conquistados em 1971. Manga também defendeu a seleção brasileira entre 1965 e 1967.

Manga também teve passagens pelas equipes do Operário-MS, Coritiba, Grêmio e Barcelona de Guayaquil. Depois foi preparador de goleiros do Deportivo Quito, LDU Quito, Barcelona de Guayaquil e Internacional de Porto Alegre.

O ex-atleta por dificuldades de saúde e financeiras e vivia no Retiro dos Artistas, com sua mulher Maria Cecília, no Rio de Janeiro.

O presidente do Botafogo, João Paulo de Magalhães Lins, ofereceu o salão nobre de General Severino para a realização do velório do ídolo alvinegro, mas o local da despedida do ídolo ainda não foi definido.

 

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